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domingo, 23 junho 2024

Militares libertam 686 prisioneiros do Boko Haram

Mulheres estão entre a maioria dos reféns, que goram libertos _ Foto: Representativa/Portas Abertas

A maioria era mulheres e crianças e muitas delas já estavam em cativeiro há dez anos, segundo Portas Abertas

Por Patricia Scott

A imprensa nigeriana informou, na última terça-feira (21), que os militares resgataram 386 pessoas na floresta de Sambisa. Todas se encontravam em poder do grupo terrorista Boko Haram. A maioria era mulheres e crianças. Muitas já estavam em cativeiro há dez anos.

O brigadeiro-general Haruna explicou, em entrevista, que a operação “Desert Sanity 111” teve duração de 10 dias. De acordo com o militar, o objetivo era “limpar a floresta de Sambisa dos restos de todas as categorias de terroristas”.

Segundo Portas Abertas, ainda não há informações sobre cristãos entre os resgatados. No entanto, “o clamor da igreja livre para que as autoridades se esforçassem em encontrar os sequestrados foi ouvido”.

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Já no início de maio, a operação Alpha libertou outros 300 prisioneiros do grupo extremista no extremo Norte de Camarões. “Entre os reféns estavam 191 crianças, 99 mulheres e dez homens”, divulgou Portas Abertas, acrescentando que muitos estão em processo de repatriação para retornarem as suas famílias.

Sendo assim, forças militares da Nigéria e de Camarões libertaram, no total, 686 prisioneiros do Boko Haram em duas operações distintas. “Esse é um motivo de louvor a Deus por responder às orações e perseverar na intercessão por outros reféns”, divulgou Portas Abertas.

Esperança e oração

Em 10 de abril, completou uma década do sequestro das meninas de Chibok. Conforme informação de Portas Abertas, no mesmo dia, Lydia Simon foi liberta junto com os três filhos.

“Minha esperança e oração é que o Deus que não falha traga de volta nossas filhas. Mesmo que elas tenham filhos agora, não importa a condição em que se encontrem, nós as queremos mesmo assim”, disse, Yana Gala, uma mãe de Chibok, durante o culto em memória aos dez anos do seqüestro. A filha de Yana, Rifkatu, ainda está entre os desaparecidos.

Em 14 de maio, Leah Sharibu completou 21 anos. Há seis anos, ela está nas mãos dos extremistas do Boko Haram. “A jovem permanece presa por se negar a se converter ao islã e é obrigada a usar o hijab (véu islâmico)”, afirma Portas Abertas.

Deus é a única solução para esses casos. “A oração contínua é o único recurso”, disse Portas Abertas ao convidar os cristãos “a intercederem pela libertação de todos os reféns dos jihadistas”.

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