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quinta-feira, 9 julho, 2020

Maridos, amai vossas mulheres

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“A chamada crise da masculinidade, antes restrita à intimidade de cada homem, tornou-se pública nos últimos anos”

Os homens parecem estar perdidos. Distantes de uma comunicação profunda e franca, a maioria deles sufocam os sentimentos e as emoções, sem saber lidar com elas. Antropólogos, sociólogos, psicólogos e psiquiatras falam e escrevem cada vez mais sobre este assunto.

São muitas esposas a se queixar. Estão por anos expondo suas necessidades de afeto, diálogo e atenção; esperam que algo modifique. Lágrimas e mágoas ao mesmo tempo em que se acumulam também se derramam. Enquanto isso, seus corações adoecem. “A esperança adiada entristece o coração; mas o desejo cumprido é árvore de vida” é o que lemos em Provérbios 13.12.

“A chamada crise da masculinidade, antes restrita à intimidade de cada homem, tornou-se pública nos últimos anos. Dezenas de estudos de antropólogos, sociólogos e psiquiatras chamaram a atenção para a condição de inferioridade do sexo masculino. Os pesquisadores concluíram que o homem contemporâneo está mais deprimido, acuado e sem identidade social em comparação com seus antepassados.” Diz Sérgio Vilas Boas (Folha de São Paulo).

O homem contemporâneo está mais deprimido, acuado e sem identidade social em comparação com seus antepassados

O secularismo dá nome de “crise da masculinidade”. Nós, cristãos, devemos dar o nome de desobediência à Palavra de Deus, pois lemos em Efésios 5. 25 e 28: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.”

Ao refletir os acontecimentos das últimas décadas, concluímos que as mulheres, desconfortáveis com o papel social na qual a sociedade machista as colocou, resolveram reverter o prejuízo.

Sem dúvida, exageraram… Elas e as famílias sofrem as consequências. Entretanto, admiramos com que garra derrubam muros, adequam-se às exigências cotidianas e conquistam seu espaço.

Sem dúvida, isto mexeu com o brio dos homens; estão confusos em seus papéis. Colocadas na posição de cabeça da família, não deveriam eles estar nesse lugar? No dia da prestação de contas, o que dirão? Deus deu ao homem a responsabilidade de cuidar da sua família, de amar sua esposa como Cristo amou a igreja. Esse amor é de entrega, doação de vida. A maioria dos maridos está fazendo assim. Distantes, desprovidos de ações de afeto, frágeis quando atingidos pelos problemas emocionais, inaptos para conversar o relacionamento conjugal e em atitude defensiva, muitas vezes parecem meninos. Se ao menos abrissem seus corações, veriam que não é tão difícil, se sentiriam mais aliviados.

As mulheres estão mais exigentes sim. Querem mais do que o razoável, querem o melhor para o relacionamento. É o que tenho visto e ouvido há mais de 20 anos como esposa de pastor, psicóloga e palestrante.

“A primeira barreira a ser rompida é a da comunicação. Educados para agir, indivíduos do sexo masculino, de modo geral, têm dificuldade de se colocar, fora do âmbito profissional. O modo como ouvem também sugere limitações. Como costumam prestar pouca atenção no outro, são menos receptivos a falas sinceras e desarmadas”, diz Sérgio Vilas Boas (Folha de São Paulo).

Conversar, abraçar, beijar, elogiar, dar atenção, expressar romantismo, ser gentil, olhar para suas esposas com ternura e amor. É o que há para ser feito. Se não, certamente elas arregaçarão as mangas… Terão de mudar elas mesmas. Mais uma vez.

Elizabete Bifano é psicóloga e bacharel em Educação Religiosa


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