Cantor lança obra com relatos reais sobre o universo gospel. Ele ainda opina sobre uso da I.A no louvor e critica a cobrança de altos cachês por alguns cantores
Por Cristiano Stefenoni
“Deus de Promessas”, “A Ele a Glória”, “Te Agradeço” e “Ao Único”. Você certamente já deve ter ouvido ou cantado alguma dessas músicas na igreja. Quando o assunto é louvor, Marcos Góes é referência. Com mais de 40 anos de carreira, as suas canções encantam ao longo de gerações. E com tanta vivência na área, o cantor e compositor decidiu lançar uma obra com o título: “Bastidores da música gospel. Histórias que precisam ser contadas”.
Em uma entrevista exclusiva para Comunhão, ele falou sobre esse novo e ousado projeto. “A obra abrange histórias verdadeiras que aconteceram nos bastidores da música gospel, com títulos bem impactantes como orgulho, ganância, imoralidade sexual. Assuntos que a gente hoje vê pela internet, mas o livro traz histórias reais. Os nomes (dos envolvidos) a gente trocou. Ele começa com a história verídica, mas logo em seguida vem a palavra pastoral, mostrando porque que a Bíblia não gosta do que acontece nessas situações”, explica.
Sobre o fato de suas músicas ainda serem um grande sucesso, o cantor diz que isso acontece, em grande parte, porque novos intérpretes têm feito regravações suas, o que mantém a nova geração atualizada, mesmo com as canções antigas.
“Tem acontecido muitas regravações das minhas músicas. O Eli Soares regravou “Autoridade e Poder”, “Bem Querer”. A gente tem ficado muito feliz com o que tem acontecido. É bom a música sempre ser renovada com outras interpretações, com outras pessoas e isso tem tem sido muito bom. A gente tem recebido um retorno muito grande dos cristãos espalhados pelo espalhados pelo Brasil”, justifica.
Nessa nova fase da carreira, Marcos Góes tem investido na tecnologia como forma de fomentar o seu trabalho. “Estamos entendendo a rede social, os streams, todas essas coisas, entendendo isso e reativando o nosso ministério mais forte através das redes e também dos streams”, afirma. Nessa entrevista exclusiva, ele ainda comentou sobre o uso da Inteligência Artificial no mercado fonográfico, os altos cachês cobrados por alguns cantores cristãos, e muitos outros temas imperdíveis. Assista na íntegra!
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