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domingo, 23 junho 2024

Maioria dos escoceses “não tem religião”, revela Censo

Matriz da Igreja Presbiteriana, na Escócia - Foto: Reprodução

Apenas 38,8% da população do país se declarou cristã, o que significa uma diminuição em relação aos 54% em 2011, o que evidencia o aumento do secularismo 

Por Patricia Scott 

Na Escócia, pela primeira vez, a maioria das pessoas declara não seguir nenhuma religião, conforme dados do último Censo, de 2022, que foram divulgados na última terça-feira (21). Demais informações serão publicadas em sete relatórios nos próximos meses.

Segundo o levantamento, 51,1% da população afirmaram não pertencer a nenhuma religião, o que significa um aumento significativo em comparação aos 36,7% registrados em 2011. Os dados refletem a crescente secularismo na Escócia.

No geral, de acordo com o Censo, apenas 38,8% da população da Escócia se declarou cristã, o que significa uma diminuição em relação aos 54% em 2011. Em 2022, apenas 60 mil pessoas frequentavam as igrejas.

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A Igreja da Escócia, que antigamente era a dominante Igreja Presbiteriana, foi a mais afetada pelo aumento do secularismo. Segundo o Censo, o número de pessoas que se identificou com ela diminuiu mais de um terço ao longo da década. Isso significa que caiu de 32,4% da população em 2011 para 20,4%, ou 1,1 milhão de pessoas, em 2022. Outra informação importante é que a Igreja da Escócia, em particular, está vendendo igrejas e fundindo congregações. 

Para o reverendo David Cameron, convocador da assembleia de curadores da Igreja da Escócia, os dados são “preocupantes”. No entanto, o líder religioso considera que a relevância da Igreja não se mede somente em números.

“Nossas reformas dos últimos anos buscaram abordar o que a igreja é hoje e como podemos servir às pessoas de novas maneiras, em diferentes lugares e tempos”, pontuou e acrescentou: “Desde cuidar dos idosos, administrar iniciativas de apoio à dívida e serviços de recuperação de uso e dependência de substâncias, até apoiar solicitantes de asilo, refugiados e aqueles deslocados pela guerra, a igreja se destaca em acolher e cuidar do estrangeiro, que é o que Jesus chama os cristãos a fazerem.” Com informações Christian Today 

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