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terça-feira, 7 julho, 2020

Lula admite à PF que “tinha a chave do sítio”

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Ex-presidente afirma que frequentava o polêmico sítio Santa Bárbara, em Atibaia, com sua mulher, Marisa Letícia

O ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva declarou à Polícia Federal que ‘tinha a chave’ do sítio Santa Bárbara, localizado no município de Atibaia, interior de São Paulo, um dos alvos da força-tarefa da Operação Aletheia, 24 ª fase da Operação Lava Jato.

A suspeita dos investigadores é de que Lula é o verdadeiro dono da local e que as empreiteiras OAS e Odebrecht, que teriam sido beneficiadas pelo esquema de cartel instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014 (governos Lula e Dilma), custearam as benfeitorias no sítio, que oficialmente está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna.

Confira as perguntas feitas pelo delegado da PF, que ouviu o ex-presidente Lula coercitivamente no dia 4 de março, em São Paulo, e as respostas dadas pelo ex-presidente, segundo informações da Veja:

Delegado (D): Pra essas visitas, o senhor e a sua esposa têm a chave do imóvel, pra quando o senhor quisesse frequentar livremente, vocês tinham a chave do sítio?
Lula (L): “Tinha a chave, o Fernando (Bittar) ligava para o caseiro que a gente ia…
D – Qual o nome do caseiro?
L – Hein?
D- O nome do caseiro? Pode ser Maradona
L – Até pensei que ele jogava de meia-esquerda, o filho da puta jogava de lateral direita
D – Quando alguém da sua família ou o próprio senhor, quem lhe recebia no sítio, quem lhe recebia além do caseiro?
L – Só, quando não ia o Fernando, quando não ia ninguém da família, era o caseiro.
D – Quando o senhor costuma visitar o sítio em Atibaia, quem costuma acompanhá-lo, além de sua esposa?
L – Meus amigos
D – O senhor Fernando Bittar costuma…
L – Dentre os quais, o Fernando Bittar, que, aliás, é um bom churrasqueiro
D – Quando vocês estavam no sítio, ou algum parente seu estava no sítio, vocês…
L – Não ia parente lá sem a presença da dona Marisa. Não ia parente meu sozinho
D – E quais parentes costumavam frequentar o sítio?
L – Meus parentes
D – Tem algum dos filhos em especial que costumava ir mais ou todos iam independente…
L- Todos iam dentro do possível
D – Frequentavam algum estabelecimento comercial na região?
L – Não sei se frequentavam, eu sei que eu nunca, eu duvido que alguém tenha me visto alguma vez lá.
D – Nem a dona Marisa?
L – Eu acho que nem a dona Marisa. As pessoas não me veem nem na praia, eu sou um… eu sou… eu vou pra praia e ninguém me vê porque eu não consigo entrar na água, e vou para o sítio. O único lugar que eu descansava realmente era o Torto, que era afastado, então ninguém me via, então lá eu ficava à vontade.
D – Mas aí o senhor pedia pra quem quando, por exemplo, o senhor precisasse de um remédio?
L – Não, quem ia fazer as coisas era o pessoal que trabalha comigo.
D – Da segurança?
L – É. Eu, precisando, eles iam comprar, iam na farmácia, iam na padaria, iam…”
D – Mas eles tinham a senha do seu cartão ou eles tinham cartão próprio deles pra isso?
L – Eu não tenho cartão.
D – Não tem?
L – Não uso cartão, querido.
D – O senhor frequentava o sítio enquanto era presidente?
L – Não, não sabia que existia o sítio. Eu só fiquei sabendo do sítio dia, já falei pra você isso…No dia 12 de janeiro e só fui lá a primeira vez dia 15 de janeiro. Eu fui presidente durante 8 anos, a Dilma já está há 5. Até hoje ela se queixa do vazamento das reuniões que ela faz, termina a reunião tem uma coisinha no jornal. No meu tempo a gente dizia que tinha um anão embaixo da mesa da Presidência da República, porque com a gente lá acontecia, e esses companheiros conseguiram comprar um sítio e ficaram de agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro e janeiro sem vazar essa porra.

Foto: Márcio Fernandes/reprodução site Estadão

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