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segunda-feira, 3 agosto, 2020

Governo saudita incentiva hostilidade contra outras religiões

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Um relatório do Observatório dos Direitos Humanos (HRW em inglês, organização internacional não-governamental que defende e realiza pesquisas sobre os direitos humanos) aponta que livros usados nas escolas da Arábia Saudita contêm linguagem de ódio em relação a pessoas de qualquer fé que não seja o islamismo.

Estão inclusos os cristãos, judeus, e até pessoas de outra tradição islâmica além da sunita.
Um livro didático do quinto ano declara que é dever de todo muçulmano excomungar os “kifars”, que significa descrentes. “Aquele que não excomungá-los ou duvidar da infidelidade religiosa deles pode se considerar também um descrente”, afirma o livro.

Em outra parte, é ensinado aos alunos muçulmanos que eles devem “reservar lealdade a Deus, ao profeta e aos outros crentes, e mostrar hostilidade aos descrentes”.

Desde os ataques de 11 de setembro de 2001, a Arábia Saudita é pressionada para reformular o conteúdo do currículo escolar. As autoridades dizem que vão fazê-lo, porém o relatório mostra que não houve mudança nos últimos doze anos.

O diretor do Centro para Liberdade Religiosa em Washington, nos Estados Unidos, recomendou que o país suspenda os contratos multibilionários aprovados recentemente com a Arábia Saudita “enquanto o governo saudita publicar, postar, aprovar, financiar e distribuir materiais didáticos que direcionam violência e ódio contra qualquer grupo religioso, o que pode incluir cidadãos norte-americanos”.

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