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segunda-feira, 20 maio 2024

Líderes religiosos não são convidados para ato em SP

"Quem quiser vai. O convite é geral, é para todo mundo”, afirmou Malafaia sobre não convidar lideranças religiosas para evento. Foto: Reprodução

O pastor Silas Malafaia disse que quer evitar que o trio elétrico sirva de palanque para “todo mundo” querer subir nele

Por Cristiano Stefenoni

O pastor Silas Malafaia, presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou que não haverá convite formal a nenhuma liderança religiosa para participar do evento em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, no próximo domingo (25). A ideia é evitar que o trio elétrico sirva de palanque para “todo mundo” querer subir nele.

“Você já viu aquele ditado que quem convida tem que dar festa? Então, quem convida dá festa. Para evitar problema, que vai ser uma lenha com o negócio de subir em trio, nós não estamos convidando ninguém. Quem quiser vai. O convite é geral, é para todo mundo”, afirmou Malafaia, em entrevista ao UOL.

Algumas lideranças evangélicas estão deixando a cargo de cada membro da igreja se irá ou não à manifestação. O apóstolo Estevam Hernandes, da igreja Renascer em Cristo, estará fora do país, mas enviará representantes. “Não estamos fazendo convite [à igreja]. Teremos, sim, representantes, mas os deixamos livres, quem puder ou quiser participar”, disse Hernandes.

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Já o pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, disse que não participará e que não é bolsonarista. “A eleição já passou e teve seu candidato eleito. Vida que segue. Não sou apegado a absolutamente nenhuma pessoa”, afirmou.

O ato de apoio ao ex-presidente está previsto para acontecer no dia 25 de fevereiro, na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação acontece como uma tentativa de Bolsonaro em se defender em meio às ações e investigações da Polícia Federal (PF), que investiga uma tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito.

Até agora, o Supremo Tribunal Federal (STF) expediu mandados de prisão e de busca e apreensão contra ministros do governo Bolsonaro. Segundo o inquérito, o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para pôr em xeque a segurança das urnas eletrônicas e disseminar notícias mentirosas sobre fraude eleitoral para legitimar uma intervenção militar.

Outras lideranças políticas já confirmaram presença no evento. Com informações do UOL

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