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segunda-feira, 6 dezembro 2021

Levantamento: 45% dos evangélicos consideram Bolsonaro ótimo ou bom

Em agosto, essa taxa era de 50%. A pesquisa revela ainda que 37% dos evangélicos acham o trabalho de Jair Bolsonaro ruim ou péssimo

Por Patricia Scott 

A pesquisa PoderData realizada nesta semana, do dia 11 de outubro, aponta que 45% dos evangélicos consideram o trabalho do presidente Jair Bolsonaro “ótimo” ou “bom”. Em agosto, essa taxa era de 50%. No levantamento atual, o apoio supera em 8 pontos percentuais os que acham “ruim” ou “péssimo”, ou seja, 37%.

Essa queda de “ótimo” e “bom” entre os evangélicos pode ser o reflexo da demora de o chefe do Executivo conseguir emplacar o nome de André Mendonça como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Mendonça, que é evangélico e recebe apoio de diversas denominações, está há mais de 90 dias aguardando a data para ser sabatinado pelo Senado.

No entanto, entre os católicos, Jair Bolsonaro é considerado “ruim” ou “péssimo” por 57%. Em agosto, era de 67%. A taxa, mesmo com a queda, é maior do que a observada na população geral, de 53%. Já o apoio entre católicos, o que significa considerar o trabalho de Bolsonaro “ótimo” ou “bom”, teve oscilação positiva de 5 pontos, ficando em 26%. Há dois meses e meio, representava 21%.

Bolsonaro é frequente em eventos evangélicos – Foto: Reprodução

População geral
Ao considerar toda a população brasileira, o trabalho pessoal de Bolsonaro tem 53% de “ruim” ou “péssimo”, contra 29% de “ótimo” ou “bom”. Já o grupo que considera “regular” é de 18%.

Os números mostram uma leve tendência positiva para o Palácio do Planalto nos últimos 30 dias. No fim de setembro, o presidente chegou ao seu maior nível de rejeição já registrado pelo PoderData.

A pesquisa
No período de 11 a 13 de outubro de 2021, o levantamento foi realizado pelo PoderData, que é a divisão de estudos estatísticos do Poder360. Foram 2.500 entrevistas, envolvendo 469 municípios localizados 27 unidades do país. Vale lembrar que a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados para representar de forma fiel o conjunto da população.

 

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