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Leonardo Gonçalves e seus planos para 2017

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O cantor Leonardo Gonçalves surpreende-se com a ótima repercussão de sua turnê.

Agora, prepara-se para um período de descanso e planeja voltar para a sala de aula. Para a alegria do público, um projeto inédito pela Sony Music será lançado antes da pausa na carreira. Ele fala sobre esses assuntos e muito mais nesta entrevista à revista Comunhão. Confira!

Qual o balanço deste ano?
Foi muito mais do que eu esperei. Lançamos a ideia “maluca” e inédita de fazer uma turnê por teatros no Brasil inteiro. Foram planejados 20 shows em 20 cidades e encerramos o ano com 33 shows em 28 cidades. Isso já é um aumento significativo. As maiores surpresas ficaram reservadas para São Paulo: três dias de Teatro Bradesco lotado. Essa é uma coisa que eu jamais poderia ter acreditado ser possível. Outra coisa marcante em relação à turnê foi lotar o Teatro Positivo, em Curitiba (PR), com 2.400 pessoas. Aquele teatro imenso… Uma coisa incrível. No Rio, fechamos também dois dias de Teatro Bradesco (12 e 13/12) e um dia no Vivo Rio (14/12). Será um outro estilo de show, vai ser pista, a galera em pé, vai ser outra vibe.

O show em essência vai ser a mesma coisa, mas a vibe será muito diferente. Então, esse sonho de levar uma apresentação musical de cunho religioso para os melhores teatros do Brasil é uma coisa que eu sempre quis fazer e não tinha condições. Na verdade, talvez hoje não tivesse condições de fazer também, mas a gente fez na loucura mesmo, e tem dado certo. Deu certo no seguinte sentido; estamos desbravando um público novo, um público evangélico que vai a teatro e que paga um ingresso um pouquinho mais alto.
Os custos são muito altos.

Estava fazendo os cálculos no chuveiro (risos). Estimo que tenhamos investido só de passagem aérea para uma equipe de 12 pessoas cerca de R$ 500 mil. Em um ano de Olimpíada, de Paralimpíada, de uma crise profunda em que muitas empresas aéreas diminuíram a quantidade de voos, no final das contas vamos
empatar, mas o mais importante foi ter feito esses eventos que marcaram a nossa vida em primeiro lugar e também as das pessoas que foram. A repercussão tem sido incrível, não tem outra palavra.

A que você atribui esse crescimento da agenda?
A gente atrelou a divulgação dessa turnê ao meu período s abático; uma turnê de despedida foi o termo que a gente usou. Claro que despedida é uma palavra muito relativa e, logo no começo, quando eu anunciei (a parada na carreira) via Facebook Live, a revista Veja me procurou para fazer uma entrevista sobre isso. Quem a leu por completo entendeu do que se tratava, mas o título acabou levando as pessoas a conclusões precipitadas.

O que eu afirmei na entrevista é que precisava tirar um período sabático. Disse ainda que eu não sabia e que não tinha como prometer nem que eu iria voltar nem que eu não iria voltar. Que o meu comprometimento em relação ao sabático era 2017 e que 2018 estava totalmente aberto para ser o que Deus quisesse.

Àquela altura nem mesmo você sabia?
Não, nem eu mesmo sabia. E até agora também não sei, para ser totalmente sincero. Eu tenho planos, mas nenhum deles está concretizado. A proposta é a seguinte: janeiro, ficar na Europa, porque parte da minha família mora lá; e fevereiro, ficar nos Estados Unidos, onde tenho um irmão. Meu sobrinho vai se batizar. É um evento que praticamente toda a família vai estar. Se eu conseguir, também quero conhecer o Grand Canyon. E, se tudo der certo, quero, a partir de março, ir para Israel e ficar lá até, pelo menos, setembro, estudando hebraico. Estou fazendo o processo para entrar no mestrado em Literatura Inglesa. Estou aplicando para cinco universidades. Ainda não sei se vou passar em alguma delas, porque minha vida acadêmica está parada há 15 anos, desde que lancei o primeiro CD solo.

São três universidades na Inglaterra e duas na Escócia. Se eu conseguir entrar, em 2018 vou passar o período de férias no Brasil mantendo vínculo, trabalhando, fazendo agendas até terminar o mestrado. A ideia é, quando retornar ao Brasil, lecionar também, não parar de cantar e reduzir a agenda para dois finais de semana por mês apenas. Lecionar é uma coisa que eu sempre quis fazer.
Não querendo soar ingrato, mas eu nunca sonhei ser cantor. Grato eu sou a Deus por tudo o que Ele fez no meu ministério, na minha carreira. Meu sonho desde que eu tinha 11 anos de idade é lecionar Literatura. Enfim, o plano agora está assim, não tem nada firmado porque nenhuma universidade está certa, estou em processo de mandar as aplicações, tenho até janeiro para fazer isso.]

Você já sabe onde vai lecionar?
Tem uma instituição no Estado de São Paulo que já está conversando comigo, mas ainda não tem nada fechado. Não posso divulgar ainda.

Pensa em publicar um livro?
Eu sempre quis escrever, mas pra escrever você tem que ser muito disciplinado. Talento não escreve livro, disciplina sim. Não sei nem se eu tenho conteúdo; acho que este ano sabático vai me dar paz de espírito e ócio criativo suficiente para voltar a escrever. A última música que eu escrevi foi em 2009. Não componho desde 2009. Eu não componho compulsivamente, eu fiz letras.

A letra da música “Fé”, que foi para o DVD, eu fiz em 2013. Fiz a versão da música “Acredito” em 2015, mas criar, nunca mais. Pode ser que eu nunca mais escreva ou pode ser que eu esteja esgotado do ponto de vista criativo por estar há 22 anos vivendo a mesma realidade, como os Arrais falaram na música “Paisagens Conhecidas”: “Quero respirar um ar de um novo lar e avistar outras colinas”. Na criação artística, você acaba sendo muito influenciado pelo seu ambiente. Talvez mudar de ares me dê um novo fôlego, ou não também. Não estou me colocando pressão nesse sentido. Eu tenho ideias, sim, para escrever um livro de ficção, que provavelmente eu não assine com meu nome, mas eu não sei se vou ter fôlego para terminar. Tanta gente tem ideia boa, mas sentar e escrever, ter a disciplina de fazer capítulo por capítulo, criar uma estrutura, é muito difícil.

Assista uma apresentação do cantor:

 

Confira a entrevista com Leonardo Gonçalves

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