Igreja Maranata dá adeus à irmã Jurama Gueiros

Irmã Jurama Gueiros foi de suma importância Foto: Assessoria/ICM

Importante pilar na história da Igreja Cristã Maranata, ela foi responsável pela implementação de um trabalho direcionado às mulheres

Faleceu na manhã deste domingo (07), a esposa do pastor presidente Gedelti Gueiros, irmã Jurama Barros . Ela foi uma das fundadoras da Igreja Cristã Maranata (ICM) e deixa uma filha e dois netos.

O culto de sepultamento foi realizado às 8h da manhã desta segunda-feira (08) no Manaaim de Jaburuna, em Vila Velha/ES, e o sepultamento às 10h.

Legado

Jurama trabalhou toda a vida em prol da comunidade, juntamente com o Pastor Gedelti, um dos pioneiros na organização da Igreja Cristã Maranata, e um dos responsáveis pelo que é hoje a instituição.

Ela também foi a pioneira na implementação de um trabalho direcionado às mulheres da igreja, bem como de leitura e pregação do evangelho.

Para o secretário-geral da Igreja Cristã Maranata (ICM), pastor Luiz Eugênio, a irmã Jurama dedicou sua vida para o crescimento da ICM. “A lembrança será de uma pessoa discreta e que esteve presente em todos os momentos da igreja”, ressalta.

Irmã Jurama ao lado do esposo Pr. Gedelti Gueiros

O Pr. explica que seu legado será lembrado pelos dois livros de mensagens que escreveu para obreiros e diáconos, pela forte contribuição nos louvores da igreja e, principalmente, pela implantação do trabalho com senhoras, em que atuava como coordenadora.

“Uma mulher voluntária, que auxiliava na cozinha do Manaaim. Ela era instrumentista, e até uma semana antes de falecer, ainda estava realizando a revisão dos louvores da igreja. Exerceu um importante papel”, conclui.

Homenagem

“Uma serva valente, sábia e virtuosa. Desde que a conheci estava sempre alegre e sorridente. Foi pilar fundamental para a consolidação e crescimento da Igreja Cristã Maranata, sendo fiel e temente ao Senhor e nunca desfaleceu as mãos para cuidar da Obra”, homenageou Thales Phelipe, membro da igreja que a conheceu durante a realização de um trabalho voluntário na Fazendinha do Maanaim do Espírito Santo. Ela sempre tinha um sorriso de gratidão”, recorda.


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