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terça-feira, 21 setembro 2021

Jovens lançam aplicativo gratuito para conectar os cristãos brasileiros

O Fidem [fé] é um aplicativo completo, com design otimizado, busca de igrejas, catálogo de vídeos, pedidos de orações, transmissões ao vivo

Por Patricia Scott

O impacto provocado pela pandemia da Covid-19 gerou inúmeros desafios às igrejas. Dentro desse novo contexto, o deslocamento para a vida eclesiástica online se tornou mais do que uma opção, uma necessidade atual.

Conscientes dessa realidade, os jovens empreendedores Bernardo Favorito e João Caetano, dois universitários, idealizaram o aplicativo Fidem [fé, em latim], disponível para Android e iOs nas apps stores, gratuitamente. O desenvolvimento ficou a cargo da DevMaker, empresa especializada em aplicativos mobile para plataformas iOS e Android

“De uma hora pra outra, cultos passaram a ser realizados de forma online. No entanto, muitas igrejas não estavam preparadas. Algumas já possuíam seus canais no YouTube, e outras até tinham estrutura para realizar cerimônias ao vivo, mas a interação com o público era limitada”, dizem os idealizadores, que complementam: “Vimos, então, a chance de criar uma plataforma para melhorar a relação online das instituições religiosas com seus participantes”.

A proposta deu mais do que certo. Na prática, o Fidem é um aplicativo completo, com design otimizado, com busca de igrejas, catálogo de vídeos, pedidos de orações, vídeos ao vivo e doações para as igrejas. Trata-se de uma plataforma de marketplace com split de pagamentos, doações via boleto bancário ou cartão de crédito e integração de vídeos pela API [interface de programação de aplicativos] do YouTube. Tudo isso em um único lugar: o celular.

Bernardo Favorito e João Favorito são os jovens idealizadores do Fidem – Foto: Divulgação

“Da tábua dos Dez Mandamentos aos cultos presenciais, agora é a vez da fé. O Fidem surge para alavancar essa idéia. Tanto as instituições religiosas quanto os fiéis provaram que estão preparados para se adaptar à digitalização”, assegura João Caetano, que finaliza: “Assim, transformam a tradição de se reunir presencialmente em uma comunhão virtual de pensamentos e adoração. Com isso, a pessoa se torna o ser influente, reconfigurando-se a partir de sua própria religiosidade”.

 

 

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