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segunda-feira, 8 agosto 2022

Inflação persiste, mas economia evolui mais que o esperado, diz BC

IPCA
ONU lança plano para impulsionar uso de energias renováveis Acesse nossas redes sociais: Instagram e Facebook. Foto: Divulgação

Ata da reunião do comitê da semana passada foi divulgada hoje

A pandemia de coronavírus tem impactos diferentes sobre a economia brasileira e continua a afetar a inflação e as expectativas da sociedade para a alta de preços. A avaliação consta da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira, 22, pelo Banco Central (BC), que decidiu elevar a taxa básica de juros para 4,25% ao ano na semana passada.

O Copom, de acordo com o documento, avalia que os dados de atividade e do mercado de trabalho formal sugerem que a ociosidade da economia como um todo se reduziu mais rapidamente que o previsto, apesar do aumento da taxa de desemprego.

A ata indicou ainda que a projeção para a inflação (IPCA) de 2021 no cenário básico está em 5,8%.

O BC voltou a indicar que deve promover novo aumento de 0,75 ponto porcentual da Selic (a taxa básica de juros) em agosto. Atualmente, a Selic está em 4,25% ao ano. “Para a próxima reunião, o Comitê antevê a continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude (0,75ponto), registrou a ata.

O Copom avaliou que as incertezas seguem elevadas no mercado internacional e que os dados mais recentes sobre o comportamento dos preços têm surpreendido.

“O Comitê avaliou que os estímulos fiscais e monetários estão promovendo crescimento econômico robusto e que as últimas divulgações de inflação surpreenderam em vários países, tanto desenvolvidos quanto emergentes”, pontuaram os membros do Copom.

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