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sexta-feira, 21 junho 2024

Igrejas são atacadas por jovem muçulmano em Bangladesh

Foto: Reprodução

O rapaz usou uma espada para quebrar o portão e a cruz das comunidades de fé; os pais alegaram que ele tem problema mental 

Por Patricia Scott

Duas igrejas em Anandapur, um vilarejo próximo a Daca, capital de Bangladesh, foram atacadas por um jovem muçulmano, na última sexta-feira (27). Cristãos locais ouviram quando o portão foi rompido e correram para o local para impedi-lo. No entanto, foram recebidos por xingamentos. Vale lembrar que o país é o 30º colocado na Lista Mundial da Perseguição 2023, que classifica os 50 lugares onde os cristãos são mais perseguidos.

Na segunda igreja atacada, o jovem muçulmano quebrou a cruz na entrada. Um cristão perguntou por que ele estava fazendo aquilo. O jovem respondeu: “Não se aproximem! Não tentem me impedir! Senão eu mato vocês”.

Antes que destruísse completamente a cruz, os cristãos conseguiram detê-lo. Enquanto era imobilizado, o jovem machucou a mão. Os pais do rapaz, que estiveram no local para levá-lo, alegaram que ele tem uma doença mental. Mesmo assim, o jovem foi levado para a delegacia.

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“Isso não aconteceu por acaso. Foi resultado de um plano, algo premeditado. Muitos muçulmanos alegam que os ataques que fazem contra cristãos são justificados por doenças mentais. Sem um plano, o jovem não teria quebrado as cruzes das duas igrejas. Alguém o influenciou e ajudou para que ele colocasse essa ideia em prática”, ressaltou um pastor.
Cristãos perseguidos

Severa perseguição

Segundo Portas Abertas, a perseguição mais severa é reservada para os cristãos de origem muçulmana, hindu, budista ou tribal. “Esses cristãos podem enfrentar restrições, discriminação e até ataques. As reuniões com outros cristãos geralmente são feitas em segredo”.

Portas Abertas relata ainda que a maioria dos cristãos de origem muçulmana não tem o direito de celebrar publicamente a fé em Jesus. “Eles não podem ir à igreja e todos os cultos devem acontecer secretamente, longe da família e dos vizinhos”.

Também podem enfrentar perseguição as igrejas protestantes que estão engajadas no evangelismo em comunidades muçulmanas. A prisão de líderes de igrejas gera instabilidade nas comunidades de fé. Assim, os cristãos ficam inseguros e com medo de participarem dos cultos.

De acordo com Portas Abertas, mesmo denominações que historicamente enfrentaram menos perseguição em Bangladesh, como as afiliadas à Igreja Católica Romana, são alvos de cada vez mais ataques e ameaças de morte.

Com informações Portas Abertas 

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