Igrejas demolidas na China

Foto: Reprodução

Em 2018, mais de 350 prédios e casas onde aconteciam cultos cristãos foram fechados ou destruídos por autoridades comunistas no país

Apesar do maior acesso aos meios de comunicação no país, os cristãos na China vêm enfrentando um novo modo de perseguição religiosa no país nos últimos anos. O número cada vez maior de locais de culto assediados na cidade de Xinyu, na província de Jiangxi, está superando as tristes estatísticas de perseguição religiosa na China.

A cidade, que tem aproximadamente 1,2 milhões de habitantes, é declaradamente a economicamente mais avançada da província.

Segundo a organização Bitter Winter, pelo menos 281 templos cristãos, entre evangélicos e católicos, foram destruídos nos últimos 12 meses. Um dos indícios de que se trata de pura perseguição religiosa é que até mesmo congregações da Igreja Tree-Self, considerada “legalizada” no país, também foram destruídos. Além disso, 81 locais de congregação protestantes foram fechados e 16 destruídas.

Em julho de 2018, um local congregacional da igreja de Tangxia na vila de Zhentian, sob a administração da cidade de Shuixi, também foi demolido, deixando quase 300 crentes sem um lugar para cultuar. Autoridades alegaram que a razão para a demolição era que os membros da igreja “acreditavam no Deus dos ocidentais”.

Em novembro de 2018, as autoridades demoliram à força um local de congregação de igrejas domésticas na vila de Jiangjia, sob a administração da cidade de Shuixi, alegando que “temiam que o prédio desmoronasse e matasse alguém”.

Dessa forma a comunidade cristã na China enfrenta dias sombrios, embora cada vez mais se multiplique, provando que a ministração e frutos do Evangelho não são méritos dos seres humanos, mas do Espírito Santo de Deus na vida deles.

*Com informações de Bitter Winter 


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