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terça-feira, 23 DE julho DE 2024

Idosa cristã ganha na justiça direito de evangelizar

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Foto: Reprodução

A idosa cristã foi proibida de frequentar parque e evangelizar. Agora, Gail Blair, 63 anos venceu na Justiça e ganhou direito de usufruir da área pública e voltar a distribuir folhetos

Uma idosa cristã, cega, que havia sido proibida de frequentar um parque próximo à sua casa por conta de sua atividade evangelística no local, conseguiu reverter a decisão e está autorizada a usufruir da área pública.

Gail Blair, 63 anos, vive em Westerly, Rhode Island (EUA), e mora próximo ao parque público Wilcox. Como parte de sua rotina, ela caminhava até o local e ficava parte do dia oferecendo uma cópia do Evangelho de João às pessoas que respondiam sua abordagem.

Rhode Island foi a primeira colônia batista nos EUA. O advogado de Gail, William Wray Jr., afirmou que um acordo foi firmado para que ela pudesse voltar a frequentar o parque.

Para rever a situação, o instituto First Liberty apresentou uma queixa na Comissão de Direitos Humanos de Rhode Island em junho, apontando o excesso da entidade responsável por administrar o parque e a biblioteca.

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“Sou grata ao [instituto] First Liberty e a todos os meus advogados por lutar em meu nome e espero voltar a passar um tempo no parque e compartilhar minha fé em Jesus com aqueles que estão interessados em conversar”, disse a idosa.

Distribuição de folhetos

Gail Blair trabalhou como enfermeira até 1991 e sofre de um distúrbio que causa a perda gradual da visão – foi alvo de uma ação truculenta dos funcionários da entidade responsável por administrar o parque e a biblioteca em junho de 2019, quando eles chamaram a Polícia para que ela parasse de abordar as pessoas e distribuir panfletos.

Os advogados de Blair entraram com ações de discriminação, alegando que, ao proibir Gail de entrar no parque e compartilhar sua fé, a associação violou as leis do estado e discriminou com base na religião e deficiência.

“Elogiamos o Memorial e Associação de Bibliotecas de Rhode Island por resolver o caso e reconhecer a liberdade religiosa de nosso cliente. Nossa cliente está entusiasmada por poder entrar novamente no parque do outro lado da rua de sua casa e conversar com outros visitantes”, disse Jeremy Dys, advogado especial para litígios e comunicações da First Liberty, em um comunicado.

*Com informações de Fox News

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