A homenagem do Brasil às vítimas do holocausto

Foto: Roque de Sá, Folhapress

Em Israel, a população parou por 2 minutos em lembrança aos judeus mortos na 2ª guerra mundial. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu reforçou a necessidade de combater o antissemitismo.

A frase “Holocausto nunca mais” foi projetada nas duas torres do Congresso Nacional (Câmara e Senado), em Brasília, no último dia 2 de maio, em referência ao Dia do Holocausto e do Heroísmo “Yom HaShoá VehaGvurá”, (em hebraico).

Foi a homenagem que o Brasil fez em memória aos seis milhões de judeus vítimas do nazismo na Segunda Guerra Mundial, em campos da Alemanha Nazista, em 1945. A projeção, escrito em verde foi solicitada pela Confederação Israelita do Brasil (Conib).

O primeiro-ministro de Israel agradeceu à homenagem pelo twitter: “Obrigado ao meu amigo, presidente brasileiro Jair Bolsonaro, Congresso Nacional Brasileiro e ao povo brasileiro, por esta homenagem comovente no dia da lembrança do Holocausto”.

A Conib afirma que a iniciativa é “um tributo à memória dos judeus exterminados pelos nazistas durante a Guerra, no episódio mais sombrio da história moderna”. Lembra também o espírito de resistência dos que conseguiram se rebelar em algumas cidades ocupadas pelos nazistas e em alguns campos de concentração.

Israel
Foto: AFP

Como acontece todos os anos, Israel parou durante dois minutos na quinta ao som das sirenes para respeitar o “dia do Holocausto”.

Os motoristas desceram dos veículos, os ônibus pararam nas rodovias, assim como os pedestres nas calçadas.

Nas portas de estabelecimentos comerciais e prédios, os israelenses recordaram o Holocausto de pé, com a cabeça baixa. Os estudantes fizeram a mesma coisa nas escolas.

Um dia antes, durante uma cerimônia no memorial do Holocausto, Yad Vashem, em Jerusalém, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu denunciou o aumento do antissemitismo no mundo.

“Vivemos um paradoxo: a admiração em todo o mundo pelo Estado dos judeus é acompanhada em certos meios pelo aumento do antissemitismo”, declarou Netanyahu.

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