O evangelista ressaltou a influência do líder evangélico entre a geração Z, destacando que muitos jovens insatisfeitos com prazeres passageiros começaram a buscar sentido na vida
Por Patricia Scott
O evangelista Franklin Graham, filho de Billy Graham e presidente da Samaritan’s Purse, afirmou que Charlie Kirk continuou a espalhar a mensagem de Jesus mesmo depois de sua morte, na última semana. Ele lembrou que Kirk sempre incentivou outros cristãos a compartilhar o Evangelho de forma constante.
Graham citou um post de Kirk, publicado 11 dias antes de ser assassinado, no qual ele exortava seus seguidores a “contar sobre Jesus para alguém neste fim de semana”. “A morte de Charlie colocou um grande holofote sobre essa verdade: Jesus Cristo é o Filho de Deus”, declarou Graham. “O que o assassino tentou fazer — silenciar Charlie — teve efeito oposto.”
Após o ataque na Universidade de Utah, perpetrado por um jovem de esquerda, milhões de pessoas ao redor do mundo começaram a falar sobre o Evangelho, fenômeno que foi batizado de “Efeito Charlie”. Relatos de primeiras visitas à igreja, conversões e retornos à fé se multiplicaram nas redes sociais.
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Feliciano cobra Flávio aproximação com os evangélicos - Deputado alerta para peso do eleitorado evangélico e defende união interna diante de críticas à pré-candidatura Graham também ressaltou a influência de Kirk entre a geração Z, destacando que muitos jovens insatisfeitos com prazeres passageiros começaram a buscar sentido na vida. “Quando Charlie afirmou que Jesus Cristo era tudo para ele, isso teve um impacto enorme. Sua fé será lembrada”, disse.
Alerta sobre a cultura atual
Para Franklin Graham, o atentado evidencia uma tentativa da esquerda de silenciar vozes que proclamam a fé. “O que o assassino quis fazer saiu pela culatra. A esquerda quer calar quem fala a verdade”, afirmou.
Ele incentivou os cristãos a seguir o exemplo de Kirk, proclamando sua fé sem medo de críticas ou ataques. “Espero que isso inspire um exército de jovens a se posicionar por Jesus Cristo, corajosos para falar a verdade”, completou.
Graham concluiu destacando a hostilidade crescente contra o cristianismo e criticou o uso do termo “nacionalismo cristão” como forma de intimidar aqueles que compartilham sua fé publicamente. “É uma maneira de tentar calar e amedrontar quem quer tomar uma posição firme.” Com informações The Christian Post

