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domingo, 23 junho 2024

Governo prende pastores e controla igrejas domésticas

Foto: Reprodução

Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, a vida dos cristãos ficou mais difícil no país de maioria islâmica

Por Patricia Scott 

Na Argélia, o governo tem reprimido os cristãos. Na nação norte-africana de 42 milhões de habitantes, atualmente, as igrejas domésticas só podem ter no máximo 10 pessoas por reunião, conforme informação do International Christian Concern (ICC), órgão de vigilância da perseguição com sede nos EUA, divulgando ainda que, na última semana, vários líderes religiosos argelinos foram condenados à prisão.

Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro, a vida dos cristãos argelinos tornou-se mais difícil. “O governo argelino considera-os como apoiadores de Israel no conflito e como influências estrangeiras e ocidentais que corrompem a unidade nacional islâmica da nação”, expõe o ICC.

Outra situação agravante é que a maioria dos cristãos argelinos vem do grupo étnico cabila, onde existe um movimento separatista contra o governo central argelino. No entanto, segundo o ICC, o governo argelino deve fazer distinção entre a prática pacífica da fé dos cristãos argelinos e os movimentos políticos na região, já que o cristianismo no país tem uma longa história.

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Somente em 2002, de acordo com o ICC, pelo menos 16 igrejas foram fechadas na Argélia. Isto ocorreu como prosseguimento de uma tendência que começou a partir dos confinamentos devido à COVID-19 em 2020. Vale destacar que o país africano está na 19ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023, que é elaborada, anualmente, por Postas Abertas.

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