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Governo inaugura estação de testes TV 3.0

Início dos testes da TV 3.0 em Brasília prevê melhor qualidade e impacto econômico para consumidores

2 min de leitura

O Ministério das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) lançarão, na terça-feira, 14, a estação de testes da TV 3.0, em Brasília (DF).

O lançamento será o início dos testes para a implementação do modelo, que promete melhor qualidade de áudio, vídeo e interatividade no sistema de televisão brasileiro. A expectativa é que as primeiras operações comerciais tenham início nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, com perspectiva de lançamento antes da Copa do Mundo de 2026.

O Ministério das Comunicações tem autorização para que a tecnologia seja implementada em todo País, de forma gradual, ao longo dos próximos anos, segundo afirmou em nota enviada ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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“A entrada em operação em cada cidade pelas emissoras levará em consideração aspectos técnicos, econômicos e de planejamento de rede”, afirmou a pasta por meio de nota.

A estação lançada em Brasília funcionará como um ambiente de validação tecnológica antes da expansão do padrão para outras capitais. A estrutura será usada para avaliar desempenho de transmissão, estabilidade do sinal, compatibilidade entre equipamentos e aplicativos e condições de recepção em diferentes cenários, reunindo medições que devem embasar decisões regulatórias e o desenho do cronograma de implantação.

A adoção da TV 3.0 tende a exigir atualização do parque de recepção, seja por meio de televisores compatíveis ou de conversores, a depender do modelo técnico que vier a ser consolidado após os testes. O governo e o setor também avaliarão como será o período de convivência com o padrão atual e quais mecanismos poderão ser adotados para reduzir impactos ao consumidor, especialmente para famílias de baixa renda.

A migração para a TV 3.0 envolverá a modernização de equipamentos de transmissão e processamento de sinal por parte das emissoras, além de demanda por novos receptores e componentes.

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O cronograma de adoção, portanto, depende não apenas da regulamentação e dos testes, mas também da capacidade de investimento do setor e da disponibilidade de soluções no mercado. Com informações da Estadão Conteúdo. 

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