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Gerson Borges celebra quatro décadas do “Som do Céu”

• Atualizado em 07/07/2025
2 min de leitura

Por Victor Rodrigues (Rodrigo Araújo) 

O “Som do Céu”, evento de música cristã mais longevo do Brasil, celebra quatro décadas de história, e para marcar a ocasião, o cantor, compositor e pastor Gerson Borges concedeu uma entrevista exclusiva à Comunhão. Com uma trajetória ligada ao encontro, Borges compartilhou suas memórias, a importância do evento em sua vida e o significado de sua permanência no cenário musical cristão brasileiro. A matéria faz parte do “Especial Som do Céu”, uma série de entrevistas realizadas para comemorar o aniversário do evento. 

Gerson Borges, que se define como “um estado de espírito mineiro”, conheceu o “Som do Céu” nos anos 80, através de um disco de “Janires e Amigos“. “Eu fui muito influenciado pelo Janires, pelo Rebanhão”, afirmou. Sua primeira visita ao local, contudo, ocorreu em 1997, durante um “Geração 97”, evento da MPC (Mocidade Para Cristo). “Eu vim aqui pela primeira vez, conheci aqui, eu achei incrível”, lembrou ele, embora ainda não fosse o “Som do Céu” propriamente dito.

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Assista a entrevista completa!

A conexão mais estreita veio alguns anos depois, por intermédio de um amigo em comum. “Um amigo querido, o Mário Freitas, que foi pastor da Terceira Igreja Presbiteriana aqui, sempre falava de mim para o Marcelo e tal. Aí deu a volta do ‘Filho Pródigo’ para ele, ele ouviu e me convidou para vir aqui cantar”, relatou Gerson.

Desde então, sua presença se tornou constante no evento. “Já são mais de, sei lá, dez vezes talvez que eu venho aqui. Meus filhos cresceram aqui, os nossos adolescentes vêm para cá. Gravei um álbum aqui na capela”, disse o cantor, com um toque de nostalgia pela “tenda aqui do lado, do circo”.

Para Gerson, o “Som do Céu” é um lugar de reencontros e afeto: “Essa é a minha história com o Som do Céu, sempre encontrando amigos, sempre batendo papo com pessoas muito queridas para mim.”

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Quatro décadas de história

O acampamento que sedia o “Som do Céu” tem uma história ainda mais longa. Iniciado em julho de 1984, completa agora 41 anos. O primeiro “Som do Céu” aconteceu em 1985, marcando a transição de eventos anteriores como o “Acampáscoa”, que ocorria em outro local.

“Para mim é uma honra estar aqui sempre. Eu faço questão sempre de acolher o convite do Marcelo Gualberto, porque aqui tem um pedaço da minha história, estar aqui, do meu coração”, revelou, demonstrando o carinho e o valor que atribui ao “Som do Céu”. A celebração de 40 anos não é um marco qualquer, como o próprio Gerson enfatiza: “40 anos não são 40 dias.”

Confira a entrevista completa no Spotify!


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