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quinta-feira, 22 outubro 2020

Gerente da Nike conta como se livrou das drogas e do suicídio

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Jordan Rogers é um gestor da Nike na América do Norte, mas isto não seria possível se ele não tivesse se livrado das drogas, como ele compartilhou claramente em um novo vídeos do projeto cristão “I Am Second” (“Eu Sou Segundo”).

Jordan já está livre do vício em heroína há 13 anos e, hoje, olha para as drogas como um pesadelo que não deseja mais viver.
 “A heroína entrou na minha vida quando eu tinha acabado de fazer 15 anos. Um amigo meu estava cheirando alguma coisa e quando ele levantou a cabeça tinha aquele olhar de uma aparente satisfação. Ele chamou [a droga] de ‘Chiva’. Nós a cheiramos ali mesmo no capô do carro, naquela noite. Foi um dos sentimentos mais incríveis que eu já tive”, disse Rogers no vídeo.
Antes dos 20 anos de idade, ele já estava completamente viciado em heroína.
“A maioria das pessoas dizia: as drogas são o seu problema, pare de usá-las. Mas, para um viciado como eu, as drogas parecem ser a solução. Se você deixar essas drogas, aí sim terá problemas”, confessou.
Sobre o que o levou a experimentar as drogas inicialmente, ele contou que estava tentando preencher um vazio em sua alma.
“Eu tinha aquele buraco negro na minha alma e só queria mudar a maneira como eu me sentia. Eu queria ‘ficar alto’ de maneiras novas e diferentes. Eu queria me sentir como se tivesse tudo”, disse.
O vício de Rogers era tão pesado que nem mesmo outros viciados em heroína queriam estar com ele. “Quando você tem viciados em heroína dizendo-lhe que eles têm medo de sair com você, é possível que tenha problemas. Eu pensei muitas vezes em me matar”, acrescentou.
Ele nunca levava as casas de recuperação a sério, porque pensava que era mais esperto do que todos aqueles que ofereciam uma esperança de mudar.

“Todo mundo à minha volta me dizia: você poderia ser muito melhor se simplesmente parasse de usar drogas. E, no entanto, quando eu parava de usar, não me sentia tão legal como todos me diziam. Eu me sentia pior. Eu me sentia rasgado. Eu queria morrer”, contou.
Depois de passar anos entrando e saindo de processos de desintoxicação, além de se envolver em crimes, Rogers foi, finalmente, para uma instalação de tratamento judicial.
“Eu estava em uma cela roxa com um bando de caras e dois rapazes estavam discutindo sobre um rolo de papel higiênico. Naquele momento, eu pensei: eu não fui feito para isso. Realmente mereço estar aqui, mas não pertenço a este lugar’. E eu já não tinha mais as drogas e o álcool para culpá-los por meus problemas. Eu estava sóbrio e enfrentando algumas consequências graves”.
Naquele momento Rogers orou a Deus, pedindo por ajuda: “Deus, quem quer que você seja… Eu preciso de ajuda”.
“Minha vida precisava mudar drasticamente. Eu estava naquele momento, quebrado. Eu agradeço a Deus, porque eu passei 13 meses na prisão. Eu precisava de cada minuto ali para ter uma chance de lutar”, lembra ele.
Depois que saiu da prisão, Rogers estava sem casa e precisou ficar em um abrigo para moradores de rua e a luta contra o vício continuava acirrada. Mas um mentor surgiu para ajudá-lo e o chamou pelo seu nome, em meio a tantas batalhas.
“Nós precisamos conversar?”, perguntou o mentor. Rogers ficou surpreso e respondeu: “Sim… Eu preciso”.
“Ele me mostrou o amor de Cristo e me ajudou a me recuperar, em liberdade”, contou Rogers, explicando que aquele foi “o momento mais importante” de sua vida. “Eu serei sempre grato pela vida daquela pessoa”.
Ele também se lembra de uma canção que sua mãe lhe enviou enquanto ele esteve preso. “Eu clamo a Ti, Senhor, pois estou desesperado na minha súplica. Salva-me da minha prisão, para que um justo possa encontrado em mim e cantar as suas boas obras”. Rogers diz que sabe que Deus o ama e confia em Seus planos para a sua vida.

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