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quarta-feira, 14 abril 2021

Franklin Graham e a polêmica do Festival da Esperança

Alvo de polêmica e pressão de grupos LGBT e islâmicos no Reino Unido em um anúncio do Festival da Esperança em setembro de 2018, a Associação Evangelística Billy Graham, dirigida por Franklin Graham foi alvo de discriminação segundo a justiça

Por Priscilla Cerqueira

O famoso Festival da Esperança, que é realizado pela Associação Evangelística Billy Graham, cujo presidente é o evangelista Franklin Graham os direitos humanos violados ao ter anúncios proibidos em Lancashire, na Inglaterra. A decisão foi de um Tribunal do Reino Unido.

Em 2018, o Conselho Municipal de Blackpool e o Serviço de Transportes de Blackpool removeram anúncios de ônibus para o evento, que tinha os seguintes dizeres: “tempo de esperança”. Em decisão emitida pelo Tribunal do Condado de Manchester, a juíza Claire Evans disse que a medida desrespeita “o direito à liberdade de expressão”.

Para a instituição evangélica, o tribunal considerou que os cristãos e pessoas de outras religiões têm direito à proteção legal na defesa de sua visão religiosa tradicional sobre o casamento e a sexualidade humana. “Agradecemos a Deus por essa decisão porque é uma vitória para todos os cristãos no Reino Unido”, disse Franklin Graham.

Protestos

O Festival da Esperança de Lancashire, na Inglaterra, em setembro de 2018, com Franklin Graham atraiu 9 mil pessoas. E teve mais de 50 mil visualizações online em todo o mundo.

Porém, antes do evento, Graham foi alvo de protestos. Em meio à polêmica provocada pela pressão de grupos LGBT e islâmicos, o conselho permitiu a remoção de anúncios do Festival da Esperança, alegando estar comprometido em “promover a igualdade e a diversidade [e] eliminar a discriminação”.

A juíza considerou que a decisão violou a proteção da Lei dos Direitos Humanos à liberdade de religião e de expressão. “O Conselho deu preferência aos direitos e opiniões de uma parte da comunidade sem qualquer consideração pelos direitos do reclamante ou daqueles que compartilhavam suas crenças religiosas”, disse Evans.

*Com informações de BBC News

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