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segunda-feira, 17 maio 2021

Fóssil de dinossauro preservado confronta teoria da evolução?

Ao contrário da maioria dos fósseis de dinossauros encontrados, o exemplar americano, batizado de Leonardo, ainda tinha marcas de pele preservadas

Um fóssil de dinossauro preservado, descoberto há 20 anos, em Montana (Estados Unidos) poderia provar que o planeta tem apenas 6 mil anos de idade. É o que afirma Tom Meyer, professor de estudos bíblicos da Faculdade Shasta Bible College e Graduate School, na Califórnia.

O fóssil foi encontrado pelo caçador Dan Stephenson, e pesquisadores acreditam que o dinossauro da espécie bico de pato tem 77 milhões de anos. Mas, ao contrário da maioria dos fósseis de dinossauros encontrados, o exemplar americano, batizado de Leonardo, ainda tinha marcas de sua pele preservadas.

“O que torna a descoberta tão especial é que 90% do corpo do dinossauro ainda está coberto por pele fossilizada. Os restos de sua pele, músculo e bico ainda estão intactos, e suas garras ainda estão envoltas em uma espécie de luva de tecido mole”, explicou Meyer em entrevista a um jornal britânico.

Raios X das entranhas de Leonardo encontraram os restos fossilizados de sua última refeição – folhas de árvores, flores, samambaias e arbustos.

“Como os tecidos moles de Leonardo e sua última refeição em seu estômago podem permanecer preservados por mais de 77 milhões de anos? De acordo com os criacionistas da Terra Jovem, esse fóssil foi rapidamente enterrado pelo dilúvio catastrófico de Noé há 4 mil anos e sepultado nas areias do tempo até ser descoberto há 20 anos”, explicou.

Prova

Para Meyer, esse fóssil tem potencial de provar que a Terra não foi formada há bilhões de anos. Os adeptos do criacionismo acreditam, a partir do relato do livro de Gênesis, que Deus criou o mundo entre 6 mil e 10 mil anos atrás.

Já os cientistas da evolução defendem que os dinossauros foram extintos há 4,5 bilhões de anos, quando um asteroide atingiu o planeta, causando uma onda de choque que os dizimou, assim como boa parte da fauna e flora. Essa afirmação tem base em registros geológicos e datações radiométricas, que medem a decomposição de isótopos nas rochas.

“Sob as condições certas (pense nas múmias egípcias), os tecidos moles podem ser preservados por milhares de anos, mas não por bilhões. Tudo acaba voltando ao pó de que foi feito. A teoria da evolução se baseia na crença de que a vida começou como uma combinação casual de coisas não vivas e a criacionista, não”, sentencia Meyer.

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