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domingo, 24 outubro 2021

Emoção nas telas! O pastor que se tornou traficante e foi parar na cadeia

“The Church Of Living Dangerously” vai contar história do pastor John Lee Bishop, fundador de uma mega igreja dos Estados Unidos, que virou traficante de drogas e terminou na cadeia

Por Priscilla Cerqueira

Emoção nas telas com a história real do pastor John Lee Bishop, que foi de fundador de uma megaigreja nos Estados Unidos, mas virou traficante de drogas e foi condenado a cinco anos de prisão. O ator Christian Bale, vencedor do Oscar com o filme “O Vencedor” (2010) vai interpretar o pastor.

A triste história de John começa na infância, quando era explorado por seus tios em uma espécie de “clube de luta” infantil. Na vida adulta, depois de liderar um ministério de jovens, se tornou pastor e fundou a igreja The Living Hope. Filme ainda não tem previsão de estreia nos EUA.

Em 2007, uma década depois de sua fundação, a The Living Hope já era considerada uma megaigreja, com 2 mil membros. Em 2011, a congregação adquiriu o galpão de um antigo hipermercado, o que impulsionou seu crescimento, levando-a a conquistar 8 mil membros.

A igreja tinha como objetivo alcançar pessoas em todos os setores da sociedade, tinha projetos sociais consistentes, e ajudava pessoas em dificuldades.

A droga, o início da queda

ator Christian Bale
Ator Christian Bale, vencedor do Oscar com o filme “O Vencedor” (2010), que vai interpretar o pastor. Foto: Reprodução

David, filho do pastor, passou a ter problemas com drogas depois de ter servido na Marinha e alegar ter sofrido abuso sexual.

Nessa mesma época, John Lee Bishop, que estava acima do peso, passou a abusar de analgésicos e teve um caso extraconjugal exposto, o que o levou a ser demitido da igreja que ele havia fundado.

Com a desculpa de entender o vício do filho, ele mergulhou no mundo das drogas, usando os mesmos entorpecentes.

Ele tentou salvar o casamento, mas já estava envolvido com o cartel de drogas no México,

se tornou traficante e foi preso na fronteira com os Estados Unidos e terminou condenado a cinco anos de prisão, em 2018.

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