Nick Reiner, com histórico de vício, é acusado da morte brutal de seus pais em Los Angeles
Nick Reiner, filho de Rob Reiner e Michele Singer, foi preso pelo assassinato dos pais, em Los Angeles. O homem de 32 anos está sob custódia da polícia sob “suspeita de crime”, com fiança estabelecida em 4 milhões de dólares.
De acordo com a revista Rolling Stone, a prisão foi efetuada ainda na noite do último domingo, 14, horas depois de Romy Reiner, filha caçula do casal, encontrar Reiner e Singer assassinados na casa da família.
A prisão de Nick já vinha sendo adiantada por outros veículos, com a Peopleafirmando que fontes próximas à família revelaram que o filho do meio de Reiner estava sendo interrogado.
Reiner e Singer foram encontrados mortos em sua casa na tarde de domingo, vítimas de ferimentos feitos com uma arma branca. Após a chegada do resgate, o casal foi declarado morto no local por bombeiros e paramédicos. Até a noite do domingo, a polícia afirmava oficialmente que não tinha nenhum suspeito.
Trabalho análogo a escravidão cresce nos centros urbanos do país - Em 2025, trabalho escravo teve maioria dos resgates em áreas urbanas, com mais de 2.700 pessoas resgatadas pelo MTE.
Focos de calor disparam em janeiro - Janeiro de 2026 registra o dobro da média histórica de focos de calor, com aumento significativo em estados afetados por seca no Brasil. Nick, de 32 anos, passou várias vezes por clínicas de reabilitação, com a primeira internação quando ele tinha apenas 15 anos. Lutando contra o vício, ele chegou a morar na rua em diferentes estados norte-americanos.
Em 2015, ele co-assinou o roteiro de Being Charlie, filme semiautobiográfico dirigido por seu pai que segue um jovem que lida com as pressões da juventude e do vício em meio aos holofotes trazidos por seus pais famosos.
Além de Nick e Romy, 28, Reiner e Singer também tiveram Jake, 34, que seguiu a carreira de ator. Filha biológica da primeira esposa do diretor, Tracy Reiner, 61, foi adotada por ele quando ele se casou com Penny Marshall.
(Com informações da Agência Estadão, Por Nico Garófalo)

