- Continua após a publicidade -

Vídeo: Especialistas falam sobre o feminismo e a fé evangélica

Convidadas de Comunhão debatem sobre como distinguir demandas legítimas das mulheres da adesão a ideologias contrárias à Bíblia

Por Cristiano Stefenoni

Existe feminismo evangélico? De acordo com o Comunhão Debate desta semana, a resposta a essa pergunta dependerá de uma série de variáveis, que vão desde as pautas defendidas pelo movimento feminista até a defesa das demandas das mulheres que são citadas na Bíblia. O fato é que, em meio a uma geração em que o feminicídio atinge números alarmantes no país, tratar das questões que envolvem os direitos das mulheres é uma urgência.

Para falar sobre esse importante assunto, Comunhão convidou um time de especialistas na área: Jacqueline Ziroldo Dolghie, doutora e professora de teologia; Cris Corrêa, pedagoga, especialista em Ciências Humanas, Sociologia, História e Filosofia, além de ministrar cursos sobre Feminismo x Cristianismo; Lidice Meyer, doutora em Antropologia, professora no mestrado em Ciência das Religiões da Universidade Lusófona e autora do livro “Cristianismo no Feminino”.

- Continua após a publicidade -

Confira a entrevista na íntegra!

“O feminismo começa com uma luta pela igualdade entre homens e mulheres, principalmente, na questão trabalhista. E com o passar do tempo o feminismo vai sofrendo transformações. Hoje existem vários tipos de feminismo e esse é o grande problema”, ressalta a professora Lidice Meyer.

Já para a pedagoga Cris Corrêa, o debate ficou complexo, pois, ao longo da história, os defensores das pautas ideológicas que são contrárias aos ensinos bíblicos conseguiram criar uma confusão entre as reais necessidades das mulheres e as pautas progressistas.

“Fizeram uma confusão entre feminismo e feminino. É como se toda mulher que se posicionasse em favor de algum direto justo fosse feminista. E a verdade é que precisamos distinguir uma coisa da outra. Eu parto do princípio que não dá para você ser cristã e feminista ao mesmo tempo. Para lutar pelos direitos das mulheres você não precisa emprestar uma ideologia secular, você pode fazer através da própria base do texto bíblico e dos princípios cristãos”, afirma.

Conteúdo em Alta

Vídeo: Candiero defende cultura brasileira e comenta polêmica...
5 livros essenciais para entender a história dos...
PL da Misoginia pode ter cláusula sobre liberdade...
Maioria dos cristãos pode expressar a fé no...
Multidão se reúne em Brasília para ato de...
Vídeo: Bíblia é clara sobre respeito às minorias...
Pastor impulsiona crescimento de igreja e acaba demitido...
População que não se considera cristã registra leve...
8% de vagas públicas para mulheres vítimas de...
A violência à mulher estrangeira no Antigo Testamento

A doutora Jacqueline Dolghie tem uma posição diferente. Na sua visão, a igreja é uma das responsáveis em promover a exclusão da mulher em vários aspectos. “A igreja colaborou para exclusão e desigualdade da mulher de forma fenomenal. É só pegarmos alguns padres e filósofos medievais cristãos que falavam que a mulher chegava a um grau de impureza que elas eram comparadas a sacos de fezes. O corpo da mulher era associado ao pecado, ao malévolo. E infelizmente a reforma protestante não conseguiu romper com isso”, afirma.

- Continua após a publicidade -

Quer saber mais sobre esse importante tema? Assista a entrevista na íntegra. E não deixe de curtir, comentar e compartilhar para que outras pessoas também possam ser abençoadas por essa mensagem.

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Conteúdos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

FIQUE POR DENTRO

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -