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quinta-feira, 30 maio 2024

Pesquisadora diz que fé é a chave para proteger filhos da ideologia trans

Foto: FreePik

Para Jennifer Lahl, menores com disforia de gênero precisam receber tratamento psiquiátrico, e pais devem usar a fé para ajudá-los a voltar ao sexo biológico 

Por Patricia Scott

A fé cristã é a chave para os pais protegerem os filhos da ideologia trans. Esse é o pensamento da pesquisadora Jennifer Lahl, que combate a transição de gênero em crianças e adolescentes.

Como fundadora do Centro de Bioética e Cultura, Lahl tem advertido que muitos médicos e políticos têm promovido a mudança de sexo em menores de idade como cuidados de saúde. No entanto, são prescritos bloqueadores de puberdade e cirurgias que possuem efeitos negativos.

De acordo com a pesquisadora, a disforia de gênero é um problema de saúde mental. Entretanto, atualmente, tornou-se uma motivação para muitos adolescentes passarem por procedimentos cirúrgicos permanentes, dos quais mais tarde se arrependem. “Esses são jovens que tiveram algum tipo de trauma em suas vidas, seja bullying, um lar desfeito ou experiências de abuso sexual”, opinou.

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Jennifer pontuou que quem decide pela destransição recebe pouco apoio da comunidade médica, inclusive do círculo social. Assim, ela encorajou os pais a lutarem pelos filhos, sendo mais ativos na proteção dos adolescentes. Isso porque, segundo ela, eles são influenciados por ideologias através de redes sociais, cultura e amigos.

Fé e tratamento

Para famílias com filhos com disforia, Jennifer orientou os pais a usarem a fé para ajudar os menores a retornarem ao sexo biológico deles. “Vejo [pessoas] que abandonaram a sua fé… [e] que estão a regressar à sua fé porque há um significado nisso”, destacou, acrescentando que a visão bíblica de que Deus criou homem e mulher está relacionada ao retorno à fé cristã.

Pesquisadora diz que fé é a chave para proteger filhos da ideologia trans
Pesquisadora Jennifer Lahl – Foto: Reprodução

No entendimento de Jennifer, menores com disforia de gênero precisam receber tratamento psiquiátrico e não serem bombardeados com a ideologia trans. “A medicina não está protegida da nossa natureza pecaminosa decaída, não está protegida de ser capturada pelas ideias do momento”.

Recentemente, a pesquisadora lançou o livro “The Detransition Diaries” (“O Diário dos Destransicionados”, em português). Na obra, ela relata as histórias trágicas de oito mulheres e homens. Após a transição de gênero, eles ficaram arrependidos da decisão e também admitiram que não deveria ter acreditado que haviam nascidos em corpos errados.“Essas mulheres, mesmo que façam uma cirurgia reconstrutiva, nunca conseguirão amamentar os filhos”. Com informações Fox News

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