Durante oito dias, ele e a esposa, Mariana, ministraram a Palavra de Deus para centenas de pessoas na Geração Church de Luanda
Por Patricia Scott
Recentemente, os pastores Felippe e Mariana Valadão, líderes da Igreja Batista Lagoinha Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, estiveram em Angola, na África. Eles conheceram de perto a realidade do povo angolano e da igreja local. Segundo a Missão Portas Abertas, o governo dificulta a legalização de igrejas no país.
“Quando fomos convidados a estar com os irmãos de Angola, não tínhamos a menor noção de como seríamos abençoados e impactados por aquela nação. Foi uma experiência marcante e determinante para reforçar nosso propósito de cuidar de pessoas, amar pessoas e falar do amor do Pai, independente se em Niterói, no Estado do Rio ou no planeta. Nosso chamado é para cuidar e amar pessoas!”, afirmou o pastor Felippe, que, em breve, organizará uma grande caravana com destino ao país africano.
Durante oito dias, Felippe e Mariana ministraram a Palavra de Deus para centenas de pessoas na Geração Church de Luanda. Eles também visitaram as bases das ONG’s Atos e Jeová Nissi. Essa última recebe o apoio, há mais de 10 anos, da Lagoinha Niterói.
“O pastor ajudou-nos muito em termos de visão, conselhos, estratégias do que fazer para continuarmos a ser uma igreja relevante, moderna e, ao mesmo tempo, que se importa com as pessoas”, ressaltou o pastor Nésio Chilongo, acrescentando que Felippe e Mariana foram “divisores de águas” para a Geração Church: “Por onde passaram, deixaram uma imagem de muita simplicidade, amor e unção”.

No interior de Angola, Felippe e Mariana conheceram as bases do trabalho missionário e o serviço ministerial da Geração Church, denominação inspirada pela obra realizada pela Lagoinha Rio, em especial em Niterói. Assim, a Geração Church é uma comunidade de fé vibrante e relevante para o país, ao proclamar o amor de Deus e acolher as pessoas.
“Ficou uma marca muito forte aqui. Logo no primeiro dia, o pastor Felippe já chegou à nossa terra deixando claro que eles não estavam aqui para tirar nada, mas para trazer!”, relatou o pastor Nésio Chilongo. Ele revelou, ainda, que Valadão “sequer aceitou oferta e fez questão de doar todos os seus livros que trouxe do Brasil. A frase ‘Eu não vim tirar nada daqui, vim para doar’ até hoje ressoa entre nós. Será a marca de nossa igreja para este país!”.

