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terça-feira, 31 março, 2020

Evangelismo no século 21: como desenvolver?

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Em primeiro lugar, o ‘evangelismo’ deve sempre seguir as palavras do próprio Jesus. Como uma pregação voltada para Século (XXI) pode ser considerada ‘diferente’?

“Pregação secular?” O processo sagrado de proclamar à Palavra de Deus, que é atemporal e infalível, pode ser diferente. Entretanto, qual seria a diferença em pregar no ginásio da escola ou dentro de uma igreja tradicional? É uma ótima pergunta.

Muitos plantadores de igrejas da América do Norte entenderam a diferença, no entanto, outros não. Há alguns que compreenderam a distinção e se comunicam diretamente com o coração da platéia com sinceridade, precisão e grande poder.

Há mensagens cuidadosamente elaboradas, mas o público, pode parecer desatenta e sem inspiração. O que explica essa diferença? Domingo a domingo, John Piper e David Platt parecem ter seu público inclinado para a frente, engajado e ocupado fazendo anotações para aplicação pessoal profunda.

Alguns plantadores tiveram o benefício de “caminhar” em ambientes missionários sob hábeis comunicadores do evangelho. E esses poucos abençoados têm inúmeras vantagens ao abordar seu próprio ofício na pregação do evangelho. Eles percebem e explicam a diversidade da visão de mundo em seu público. E por causa dessa sensibilidade, têm uma abordagem diferente. Olhe para dois exemplos.

Empatia com seu público

A maioria das mensagens que experimentamos foram entregues a uma audiência com uma visão de mundo completamente cristã. Assim, a grande maioria dos ouvintes está bem familiarizada com os principais temas da cultura dos fiéis. Porém, este não é o contexto de pregação que a maioria experimentará como plantador de igrejas, pois seu ministério os levará profundamente aos campos de colheita.

Para a maioria dos plantadores de igrejas, o público que eles reunirão pensará e se comportará de maneira muito diferente do que a multidão que está do “outro lado da rua”. Essa “congregação” filtrará as informações de maneira muito diferente daquelas que estão na Igreja há muito tempo.

O público de cristãos convencionais é diferente do público secularista, ou laicistas que não aceitam a influência da religião no destino dos homens. Cristãos tradicionais e secularistas, aprofundaram essa compreensão por meio de maneiras radicalmente divergentes, em que cada grupo aborda esse assunto de forma diferente. Por isso, é importante termos essa compreensão de “público” ao pregar à Palavra.

Secularismo

Essa divergência de visão de mundo é claramente aparente. Como nossa metodologia de proclamação deve se ajustar em benefício de uma platéia que precisa desesperadamente experimentar o evangelho de Cristo? A pergunta missionária atemporal é a seguinte: Como devemos nos adaptar em prol do evangelho?

O proclamador precisa entrar na pele de seu público e ouvir o sermão de seu lugar no banco. Ao investir tempo e energia, não se associando superficialmente aos não-cristãos, ele terá instintos valiosos ao abordar o processo de pregação com uma congregação que inclui um crescente número de pessoas que nunca tiveram o contato com o evangelho.

Portanto, o pregador deve estar plenamente consciente de que sua audiência não está condicionada à cosmovisão cristã e, dessa forma, sua sensibilidade cultural precisa ser aguçada significativamente.

Para comunicadores eficazes, esta é uma oportunidade para uma explicação graciosa de como uma cultura do Reino constrói uma pessoa melhor, uma família melhor e uma sociedade melhor. Pois tudo no universo foi projetado para o Reino de Deus.

Com essa sensibilidade profundamente enraizada no coração dos pregadores missionários, sua abordagem para construir uma mensagem geralmente difere significativamente da maioria da cristandade. Há cinco ingredientes adicionais: estruturar o problema, fornecer uma resposta bíblica, fazer dois tipos de aplicativos, apresentar um problema maior e, finalmente, fornecer uma oportunidade para a resolução.

Enquadre a questão

O público precisa entender que o que está prestes a ser comunicado não é apenas substancialmente espiritualmente, mas tem relevância direta para suas vidas. Um exemplo é quando o pregador pode estar prestes a lançar uma mensagem biblicamente exata, mas pode, sem querer, priorizar o sermão acima do público.

E se, em vez de começar com o sermão, o pregador começasse com as necessidades da audiência reunida? A partir dessa mesma passagem, a mensagem é apresentada com uma pergunta instigante, como: “Você já sentiu que suas orações nunca passam do teto?

Depois que o mensageiro se identifica com seu público, há um auditório cheio de pessoas, espiritual e emocionalmente, prontas para uma jornada. A partir desse ponto, a mensagem, pode ser pregada contrastando o vazio e a devastação da religião criada pelo homem contra a realidade vivificante de um relacionamento com Deus.

Depois que o público é pessoalmente lembrado dessa necessidade, seus corações e mentes ficam muito mais abertos e prontos para receber a resposta. Assim, a proclamação fiel do evangelho dentro da secularidade deve sempre seguir as dicas do próprio doador do evangelho. A Encarnação de Cristo era essencialmente missionária. Como a pregação fiel poderia ser diferente?

*Com informações de Christianity Today 

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