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quinta-feira, 11 DE dezembro DE 2025

Evangélicos podem participar de cerimônias homoafetivas?

Foto: Reprodução

Defender a verdade bíblica enquanto demonstração de  amor, mesmo que seja no contexto familiar, é a melhor resposta, diz pastor

Por Patricia Scott

A cultura LGTBQIA+ tem ganhado bastante espaço na sociedade. Assim, torna-se inevitável que várias questões sejam debatidas também dentro do contexto evangélico.
Em 2023, por exemplo, Bruna Carla foi bastante criticada nas redes sociais por não aceitar o convite de uma festa de cerimônia homoafetiva. A postura da cantora gospel virou debate, que dividiu a opinião inclusive no cenário cristão.

Segundo o pastor Kelly Williams, esse tipo de discussão gera muita pressão sobre aqueles que tentam viver conforme a Palavra de Deus. Ele considera que discordar da união homossexual, como de qualquer outro tema atual contrário às Sagradas Escrituras, tornou-se para a sociedade um “discurso de ódio” ou “farisaísmo” [como os fariseus dos tempos bíblicos, que impunham os preceitos doutrinários, quando eles mesmos não conseguiam cumpri-los].

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Cabe destacar que a Palavra de Deus não aprova a união com pessoas do mesmo sexo. A Bíblia ensina que o Senhor criou homem e mulher. Assim, o casamento dentro da proposta divina deve ser entre eles, que multiplicam a vida na Terra, conforme ordenança do Criador.

No entanto, “opor-se à visão progressista dos relacionamentos dos dias modernos é criar uma angústia potencial que desencadeia sobre nós o julgamento de uma sociedade que decidiu redefinir as coisas de uma forma que é contrária à Palavra”, detalha o pastor Williams.

Desse modo, diz o pastor, paira a pergunta: “Comparecer a um casamento gay, mesmo que for de alguém da própria família, pode enviar uma mensagem ruim à sociedade?” “Sei que não existe um versículo na Bíblia que diga: ‘Não comparecerás a uma cerimônia entre pessoas do mesmo sexo’, mas se comparecermos, o que Jesus perceberá?”, indaga.

Obediência ao Senhor

Na visão do pastor, defender a verdade enquanto demonstração de amor é a melhor resposta a um convite de casamento homoafetivo. Ele cita Mateus 18.15-18 para defender que o pecado precisa ser denunciado.

“Isso é o que devemos fazer por aqueles que amamos e com quem nos relacionamos. Acredite, eu pessoalmente percebo o quão dolorosa e prolongada essa dor pode ser. É insuportável caminhar pela vida contra seus entes queridos por causa do Evangelho. Mas raramente a coisa certa e a coisa fácil são a mesma coisa”, pregou Kelly.

Para finalizar, ele enfatiza: “Jesus nunca buscou a aprovação da humanidade, Ele deixou claro que veio para fazer a vontade do Pai. É melhor obedecer a Deus do que ao homem”, continuou. “Nosso amor por um ente querido não pode contradizer a Palavra de Deus”. Com informações The Christian Post 

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