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quarta-feira, 2 dezembro 2020

Evangélicos: o mapa nacional

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Quase um terço (27,38%) da população capixaba freqüenta igrejas evangélicas. O Estado é o segundo do Brasil em número de evangélicos, perdendo apenas para Rondônia, onde eles representam 29% da população. Em relação aos pentecostais, o Espírito Santo aparece em quarto lugar, mesma colocação dos sem religião.

Os católicos capixabas aparecem na 25º posição na lista dos estados mais católicos do País. O primeiro lugar é do Piauí, com 90,53% de sua população declarada católica.

No Espírito Santo, os evangélicos tradicionais somam 11,18% da população; os pentecostais, 16,20%; os sem religião são 7,80%; católicos são 62,77%. Separando-se por religião professada, os evangélicos são mais expressivos nos municípios de Santa Maria de Jetibá (77,86%), Laranja da Terra (70,51%), Vila Pavão (47,62%), Domingos Martins (41,56%) e Marataízes (39,08%).

Em nível nacional, o estudo “Economia das Religiões” mostra que, em apenas três anos, entre 2000 e 2003, mais de 7,5 milhões de brasileiros foram batizados em igrejas evangélicas. O número é quase três vezes maior do que a quantidade de espíritas no Brasil, que está em 2,6 milhões de pessoas. A estimativa para 2007 é a de que o número de evangélicos no país corresponda a 43,6 milhões de pessoas, o que representa 23,1% da população brasileira.

O número de pastores cresce de forma consistente. Em 2000, a proporção apontava 17,9 vezes mais líderes evangélicos por fiéis do que padres por católicos. Na comparação simples, no ano em que a pesquisa foi concluída, os dados mostraram que o número de pastores é 3,7 vezes maior do que o de padres.

O ranking nacional das maiores denominações evangélicas é liderado pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus, com 4,8% dos fiéis, seguida pela Igreja Evangélica Batista e Igreja Congregacional Cristã do Brasil, com 1,8% cada. Quem também se destaca é a Igreja Universal do Reino de Deus, com 1,5% do total de evangélicos, e igrejas Luteranas, com 1,4%. A lista continua com outras denominações pentecostais e tradicionais.

Os Estados brasileiros que possuem o maior número de evangélicos são Rondônia com 27,19% da população; Espírito Santo, com 24,96%; Roraima, 22,49%; Rio de Janeiro, 21,98% e Amazonas, com 21,07%. Entre os cinco com a menor porcentagem de evangélicos estão Piauí, com 6,01%; Sergipe, 7,27%; Ceará, 8,25%; Paraíba, 8,80%; e Rio Grande do Norte, com 8,92%.

[important color=blue title= Ranking das religiões]
Evangélicos tradicionais
ES – 11,18%
RJ – 10,24%
RO – 9,54%
RS – 8,84%
RR- 7,46%

Evangélicos pentecostais
RO – 20,83%
RR – 18,46%
SP – 17,10%
ES – 16,20%
PA – 16,14%

Sem religião
RJ – 12,89%
BA – 9,26%
DF – 8,88%
ES – 7,80%
PE – 7,54%

Outras religiões
SP – 4,20%
RJ – 4,15%
GO – 3,37%
MS – 3,02%
DF – 2,93%
ES – 1,87%

Católicos
PI – 90,53%
SE – 89,40%
CE – 86,70%
PB – 85,27%
MA – 84,42%
ES – 62,77%

Fonte: Pesquisa FGV[/important]

Católicos

A pesquisa constatou que o número de fiéis da Igreja Católica parou de cair, pela primeira vez, em mais de 130 anos de declínio do rebanho. A FGV apurou que entre 2000 e 2003 a porcentagem estagnou em 73,9%, o que corresponde a 139,2 milhões de brasileiros. A pesquisa apontou que a Igreja Católica conseguiu recuperar fiéis no interior agrícola, onde as denominações evangélicas ainda possuem poucos templos.

Considerando os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1940, 95,2% dos brasileiros eram católicos, caindo para 93,7% na década seguinte, e 93,1%, em 1960. A queda maior foi a partir dos anos 80, quando a porcentagem atingiu 89,2%, chegando a 83,3%, em 1991 e 73,8%, em 2000. Projeções estatísticas apontam que o índice pode chegar a 65%, no próximo Censo.

O fato de a Igreja Católica ter parado de perder fiéis sinaliza uma acomodação da Igreja Evangélica (IE) em sua missão de evangelizar? Segundo o pastor Francisco Mecenas, da Igreja Batista da Praia do Canto, Vitória, existe uma migração religiosa muito grande atualmente. “Até se encontrarem, as pessoas procuram aqui e ali, passam por duas, três religiões. Mas a Igreja Católica se reposicionou muito para impedir a perda de fiéis, adotando estilos mais brasileiros e até modelos de liturgia comuns na Igreja Evangélica. Nunca deixamos de cumprir nossa missão de pregar a Palavra, estratégias das mais variadas são usadas até mesmo pelos meios de comunicação de massa. A conquista de almas para Cristo, estejam elas em que religião estiverem, é ação do Espírito Santo”.

Compartilha dessa opinião o teólogo Wanderley Pereira da Rosa, diretor da Faculdade Unida de Vitória. Segundo ele, é preciso reconhecer que a Igreja Católica nos últimos anos tem se empenhado em se modernizar e em se aproximar da juventude. “Eu diria que, infelizmente, à semelhança de muitas das nossas denominações, esta modernização tem se restringido a uma missa mais animada, com músicas mais animadas e padres mais descontraídos. Ou seja, tem havido uma modernização litúrgica. Mas este processo não alcança o discurso da Igreja Católica. Questões éticas, morais e sociais que poderiam estar sendo debatidas, não fazem parte da agenda da Igreja, muito menos do atual papa. Isto talvez explique o motivo dela perder fiéis gradativamente. Este empenho na modernização litúrgica tem ajudado a igreja a estancar a perda de mais fiéis”.

Embora os evangélicos estejam fazendo a sua parte, muito ainda pode ser melhorado. Assuntos como a “teologia da prosperidade” e outros modismos precisam ser mais debatidos, a fim de evitar-se a proliferação do crente vazio, também conhecido por “caça-benção”, que migra daqui para ali, a qualquer vento, não criando uma identidade cristã genuína, e comprometendo o testemunho.

A acomodação de algumas igrejas quanto ao método de evangelismo, principalmente para chegar aos católicos, favorece o ecumenismo, já que o confronto teológico inexiste em nome da “paz e da boa convivência”. Outra preocupação para a Igreja Evangélica atual são os “púlpitos ralos”, sem confrontação com o pecado e compromisso real com a Palavra.

Mesmo ainda tendo a Igreja Evangélica algumas falhas em seu posicionamento e discurso, em sua visita ao Brasil recentemente, o papa Bento XVI disse estar muito preocupado com o avanço dos cultos evangélicos na América Latina. “O sucesso dessas ‘seitas’ (evangélicas) demonstra que existe uma sede de Deus, de religião. As pessoas querem estar perto de Deus e procuram essa proximidade”, destacou, frisando que o Brasil é a maior nação católica do mundo, com 155 milhões de fiéis.

Na visão do teólogo Wanderley Pereira da Rosa, é lamentável o papa se referir aos evangélicos como seita. “Até o Concílio Vaticano II, em 1962, os protestantes eram chamados de hereges pela Igreja Católica. No Concílio Vaticano II, o Papa João XXIII chamou pela primeira vez na história os protestantes de irmãos em Cristo. Isto foi um marco. O diálogo foi aberto. Várias iniciativas em busca de uma relação fraterna foram tomadas. A partir do pontificado de João Paulo II e, pelo jeito, muito mais agora, iniciou-se uma reversão neste processo. Em 2000, o então cardeal Joseph Ratzinger, causou escândalo com o documento Dominus Iesus, no qual afirmava que a única Igreja verdadeira é a católica e que, portanto, fora dela não há salvação”.

Wanderley lembra que na década de 80, o atual papa, como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, silenciou o frei Leonardo Boff. “Ele foi condenado a um ano de silêncio. Isto era típico da Inquisição na Idade Média. Só faltou a fogueira. Curiosamente, uma das acusações de Ratzinger a Boff é que ele tinha atitudes típicas de um protestante e não de um católico. Além disso, parece-me uma certa hipocrisia, pois, em sua recente visita ao Brasil, ele recebeu representantes de igrejas protestantes, judeus e muçulmanos. Com eles estabeleceu um diálogo fraterno. Mas, ao mesmo tempo, refere-se às denominações evangélicas pentecostais como seitas”.

O pastor e líder da Sepal, Josué Campanhã, disse que se estivesse no lugar do papa também estaria preocupado com o crescimento da Igreja Evangélica. “Ainda bem que não estou (risos)! No entanto, estou preocupado com o crescimento dos evangélicos nominais ou daqueles que estão correndo apenas em busca de prosperidade. Estou preocupado com um grande rebanho evangélico sem a identidade de Cristo. Estou preocupado com o fato de que já somos mais de 20% da população e não estamos fazendo muita diferença na política, nas artes, no comércio, na indústria etc. Isto, sim, deveria nos preocupar, pois se começarmos a fazer diferença proporcional ao número de evangélicos aí sim é que o papa vai ficar preocupado”.

[important color=blue title= Dados por capitais]

  • Evangélicos tradicionais: Vitória ocupa o 2º lugar, com 10,06%, seguindo de perto o primeiro colocado, o Rio de Janeiro, com 10,07%
  • Evangélicos pentecostais: Vitória ocupa o 18º lugar, com 12,15%. O primeiro colocado é Porto Velho (RO), com 18,37%
  • Sem religião: Vitória ocupa o 11º, lugar com 7,43%; o primeiro é Salvador (BA), com 18,28%
  • Católicos: Vitória ocupa o 17º lugar, com 65,75%. O primeiro colocado é Teresina (PI), com 86,09%
  • Outras religiões: Vitória ocupa o 8º lugar, com 4,49% O primeiro é Belo Horizonte (MG), com 7,29%

Fonte: Pesquisa FGV[/important]

[important color=blue title= Religião nos municípios capixabas]
Evangélica
1º – Santa Maria de Jetibá – 77,86%
2º – Laranja da Terra – 70,51%
3º – Vila Pavão – 47,62%
4º – Domingos Martins – 41,56%
5º – Marataízes – 39,08%
Fonte: Pesquisa FGV, com dados de 2000[/important]

O cenário

A pesquisa revela várias questões importantes no cenário religioso brasileiro. Pela primeira vez apresenta-se uma perda de fiéis por parte da Igreja Católica, que aqui no Espírito Santo somam 62,77%, estando o Estado abaixo da média nacional (73%). Outro dado é que diminuiu o número dos sem religião. No Estado, 17,73% das pessoas contribuem com o dízimo, e a maioria freqüenta cultos e missas, no mínimo, uma vez por mês. As contribuições a instituições religiosas somam R$ 128 milhões anualmente.

O índice de crescimento, por ano, do número de igrejas evangélicas (somadas todas as denominações) em Vitória é de 2%. O índice de crescimento do número de jovens em religiões evangélicas é 17,6%. O crescimento é maior do que na Igreja Católica.

O índice de jovens que se declarou sem religião, em 2003, foi de 6% . Em 2000, os jovens sem religião chegavam a 9%. A média de pastores a mais para cada evangélico, quando comparado com o número de padres para cada fiel católico, é de 17,9%.

Josué Campanhã disse que a constatação do crescimento evangélico nos leva a uma reflexão. “Acho que é hora de pensarmos na qualidade, não apenas na quantidade. Não basta termos uma igreja com dois quilômetros de extensão e dois centímetros de profundidade. Todo crescimento sem discipulado não permanece por muito tempo. Muitos sem religião hoje são na verdade os ‘sem igreja’, aqueles que apenas freqüentaram uma igreja, não se firmaram na Palavra, e saíram do mesmo jeito que entraram. É hora de pensar na profundidade da igreja”.

Otimista, o pastor Enoque de Castro Pereira, diretor do Fórum Político Evangélico do Estado, espera que os evangélicos sejam mais de 50% no Estado daqui a 10 anos. Mas, para Campanhã, alcançar essa meta requer que a Igreja de Cristo mostre uma vida santa. “Não basta termos templos cada vez maiores, até porque a igreja não precisa de templo para existir. Não basta termos mais artistas e shows gospel, até porque não é o número de CDs vendidos que determina a influência da igreja. Não basta termos cada vez mais membros nas igrejas, até porque ‘tamanho não é documento’. A questão é: que tipo de discípulos somos, e que diferença isto faz na sociedade. A história dos avivamentos mostra que quando Deus quebrantou a igreja os perdidos vieram buscar esta vida santa”.

Francisco Mecenas lamenta que diante de tamanho crescimento a Igreja Evangélica ainda sofra preconceito por parte da sociedade e também da mídia. “Muitas pessoas se assustaram com a variedade do discurso do papa Bento XVI, quando ele falou sobre aborto, segundo casamento, o ‘ficar’ dos jovens, sexo antes do casamento, camisinha, homossexualismo etc. Ele veio reforçar a doutrina e diante disso perguntam-se ‘e a Igreja Evangélica, não se posiciona diante desses temas’? Mas deve ficar claro que os meios de comunicação, em geral, não buscam opiniões de líderes evangélicos. Aos poucos isso tem acontecido, mas bem sutilmente. O espaço que a mídia concede para padres e bispos falarem ainda é muito superior”.

O crescimento da Igreja Evangélica não é algo ruim, claro, ao demonstrar em parte a força da pregação evangélica. Porém, diante da realidade, o meio mais eficiente para fazer a diferença de forma consistente seria “posicionar-se fortemente ao lado dos injustiçados da nossa nação contra as forças políticas que nos governam desde o Descobrimento”, conforme diz Wanderley Pereira.

De acordo com ele, a Igreja precisa se espelhar nos profetas do Antigo Testamento. “Desde a década de 60 a Igreja Evangélica deu a mão aos poderes políticos e não quer largar. Isto compromete nossa mensagem. O líder (ou denominação) que está de mãos dadas com o poder não irá falar contra este mesmo poder quando, ao invés dele promover o bem e coibir o mal, fizer o contrário. Romanos 13 diz que toda a autoridade é instituída por Deus para fazer exatamente isto: promover o bem do povo e reprimir o mal, sempre que ele se manifestar. Quando esta autoridade inverte esta ordem, a meu ver, ela perde esta autoridade e sua razão de ser”.

O teólogo alerta para a importância de a Igreja Evangélica marcar sua posição ao lado dos oprimidos. “Creio que mais pessoas virão através do nosso testemunho de amor. Não podemos falar que as igrejas não têm obra social. Existem centenas, talvez milhares de iniciativas nesta área: creches, asilos, centro de recuperação, sopão, capelanias, atendimentos a mães solteiras, portadores do vírus da Aids etc. Contudo, falta uma atuação institucional forte nas estruturas demoníacas que regem este país. Não basta o prato de sopa; é preciso atacar o cerne desta estrutura que se perpetua. E isto não se faz com iniciativas individuais ou de igrejas locais. As denominações precisam se unir para terem força política. Penso que este testemunho, aliado à pregação do Evangelho de Cristo, atrairá as pessoas para a fé cristã. Queremos um crescimento honesto, sem vender ilusões, consistente, e que busque a maturidade que se espera da Igreja”, finalizou.

[important color=blue title= Números]

  • 27,38% da população do Espírito Santo freqüentam igrejas evangélicas pentecostais ou históricas. O Estado é o segundo do Brasil em número de evangélicos, perdendo apenas para Rondônia, onde eles representam 29% da população.
  • 2% é o índice de aumento, por ano, no número de igrejas evangélicas em Vitória.
  • 74,13% dos jovens brasileiros se declaram católicos, segundo dados de 2003, único ano em que o índice de católicos não teve queda. Entre os mais velhos, a porcentagem é de 77,5%.
  • 17,6% é o índice de crescimento do número de jovens em religiões evangélicas. O crescimento é maior do que na Igreja Católica
  • 6% é o índice de jovens que se declararam sem religião, em 2003. Em 2000, os jovens sem religião chegavam a 9%.
  • 17,9 é a média de pastores a mais para cada evangélico, quando comparado com o número de padres para cada fiel católico

Fonte: Pesquisa FGV[/important]

Matéria publicada na edição n° 118 da Revista Comunhão

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