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domingo, 23 junho 2024

Evangélicos devem considerar valores cristãos nas eleições

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Os cidadãos devem ter em mente o papel dos municípios na construção e manutenção do país como um todo - Foto por: Alejandro Zambrana - Secom/TSE

Senadores apontam importância do voto e da escolha de candidatos fiéis aos princípios do cristianismo para cargos de prefeito e vereador

Por Daniel Hirschmann

Eleitores evangélicos devem levar em consideração não apenas habilidades de gestão e legislação, mas também valores cristãos, na hora de escolher os seus representantes no Executivo e no Legislativo municipais nas eleições de 2024.

Isso é o que destaca o senador Magno Malta (PL-ES). Segundo ele, o mesmo vale para os candidatos cristãos, que não podem abrir mão de valores e princípios, antes e depois de eleitos.

Malta salienta que, para que os candidatos sejam eficazes na busca pelo cargo, é fundamental que mantenham valores inegociáveis e elaborem estratégias de campanha alinhadas com suas convicções. “Negociar esses princípios em troca de votos é comprometer a integridade e a identidade cristãs, elementos essenciais para uma conduta justa e ética”, afirma o senador.

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Sem concessões

O parlamentar capixaba entende que a “máxima do contraditório” está presente, quando candidatos que se dizem cristãos e conservadores optam por se filiar a partidos de esquerda. “Essa escolha sugere que tais candidatos estarão propensos a fazer concessões, caso sejam eleitos, já que o próprio partido e seus aliados exigirão compromissos que podem comprometer seus princípios”, justifica.

Por isso, de acordo com Magno Malta, quando chegar o momento de apertar os números dos candidatos para prefeito e vereador, os cidadãos devem ter em mente o papel dos municípios na construção e na manutenção do país como um todo. “Uma nação verdadeiramente abençoada é aquela que reconhece o Senhor como seu Deus”, lembra o senador, referindo-se ao Salmo 33:12.

Responsabilidade evangélica

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também destaca a responsabilidade dos evangélicos em escolher com sabedoria seus representantes municipais, sem se omitir nas eleições.

Em entrevista à edição 316 da revista Comunhão, ela lembrou que o número de pessoas que não votaram nas eleições presidenciais de 2022 foi muito grande, o que contribuiu para a volta ao poder de um governo com pautas contrárias aos princípios cristãos.

“Pessoas que se omitiram. Então, eu preciso dizer pra essas pessoas o seguinte: não cabe mais omissão. Não cabe. Se você não gosta de política, você vai ser governado por quem gosta, e nem sempre quem gosta de política faz o certo”, afirmou.

Diante disso, ela alerta que é preciso “conversar com nosso povo”. “Não cabe mais omissão na hora de decidir e na hora de escolher os nossos representantes, porque a nossa fé pode estar correndo risco, sim. A nossa liberdade de expressar a fé”, advertiu.

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