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terça-feira, 17 DE fevereiro DE 2026

Eu escolho a esperança

Dinart Barradas

Estamos iniciando um novo semestre e certamente ainda carregando mais dúvidas do que certezas

Duas realidades espirituais distintas tomam lugar nesse panorama e momento histórico.Uma delas pode ser sintetizada pela palavra DESORIENTAÇÃO.

Tente colocar-se no lugar dos discípulos cuja história está registrada em Lucas 24:14 -33. Na verdade esses dois reproduzem a reação de um sem número de outros contemporâneos que, a partir do que ouviram de Jesus e da interpretação que fizeram dessas mesmas coisas, criaram uma expectativa triunfalista registrada no versículo 21: Esperávamos que fosse ele o que remisse a Israel…

Durante anos temos ouvido mensagens com essa perspectiva exegética e que, em não se cumprindo, deixam seus seguidores em estado de desorientação.

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A outra realidade que se apresenta nesse momento é a que se registra no mesmo capítulo em apenas um versículo, o primeiro: Foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado. Essa realidade pode ser sintetizada pelo palavra ESPERANÇA.

Certamente elas não sabiam explicar o que estava acontecendo, mas ouviram o Senhor falar que ele deveria morrer, o que de fato aconteceu. Essas mulheres enfrentaram a dura realidade, prepararam-se para ela e foram brindadas pelo inesperado, do ponto de vista delas.

Nossa fé e teologia precisam de um pouco mais dessa atitude: fazer o que precisa ser feito mesmo que não entenda o quadro inteiro, mesmo que minhas interpretações tenham me levado para uma direção que não contemplava o que estou vendo e vivendo no presente.

Virar as costas pra realidade, usar o negacionismo teológico ou filosófico, abandonar as crenças mais profundas ou mesmo buscar amparo no ativismo (como fez aquele que voltou ao mar) de nada adiantará. O fato é que Deus não precisa ratificar minha corrente teológica porque quem escreve a história é ele, não aqueles que ao tentar interpretar a profecia vaticinam o ainda por vir.

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Prepare seus unguentos, levante-se de madrugada, junte-se com quem tem essa mesma disposição de servir e surpreenda-se ao ouvir a verdadeira interpretação dos fatos que só é dada àqueles que não se furtam a continuar enfrentado a realidade, por mais frustrante ou desafiadora que possa parecer.

Cheio de esperança!

Dinart Barradas é pastor e diretor do ministério de Educação de Filhos (GFI) da Universidade da Família (UDF) de São Paulo.

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