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sábado, 22 janeiro 2022

Enquete trata sobre juiz de paz que não querem fazer casamentos homossexuais

Juiz Gilbert Breedlove se recusou a celebrar casamentos gays nos Estados Unidos.

A enquete da Revista Comunhão desta semana pergunta se é correto um juiz de paz cristão abandonar seu cargo para não realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Isso porque nos Estados Unidos juízes estão abrindo mão de suas atividades por isso e no Brasil já houve profissionais abandonando o cargo pelo mesmo motivo.

 

Um juiz dos Estados Unidos renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte para não realizar casamentos entre homossexuais. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum e por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função.

“Era a minha única opção. A Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa.Parte inferior do formulário

Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário de pastor oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.

Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé.

Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal que ele trabalhava para mostrar seu apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou para a imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido.

No Brasil, o juiz de paz do Pará, José Gregório Bento, pastor da Assembleia de Deus, também pediu demissão porque não aceitou realizar casamentos homossexuais em 2013. “Deus não admite isso. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”, declarou José Gregório à época.

Então, vote na enquete. Partipe, pois sua opinião é importante.

Resultado

Na semana passada, a enquete tratava sobre a necessidade das igrejas terem departamentos de gestão para se planejarem. O resultado mostrou que 66,7% dos internautas acha importante que qualquer instituição tenha esse tipo de departamento, enquanto 33,3% também concordam, mas achar que precisa ser terceirizado.

As outras opções não foram votadas.

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