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segunda-feira, 30 março, 2020

Eleições 2018: “Evangélicos saem na frente, têm presença na mídia”, diz pesquisadora

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A presença dos evangélicos na política nacional vem crescendo e, atualmente, sua bancada na Câmara Federal já corresponde a 17% dos 513 deputados, número que vem avançando a cada ciclo eleitoral. Porém, desde 2014 o segmento mira não somente o parlamento, mas também o Executivo, nas eleições presidenciais.

A revelação é feita pesquisadora da Universidade Federal Fluminense Christina Vital, co-autora do livro “Religião e Política: Medos Sociais, Extremismo Religioso e as Eleições”, lançado recentemente. Sua análise sobre a situação política do país aponta para uma mudança nas eleições em 2018, informa o portal Gazeta online

Além da expectativa de aumentarem a bancada na Câmara Federal, que hoje corresponde a 17% dos 513 deputados, eles estariam mirando também o Executivo. Segundo essa perspectiva, de coadjuvantes, eles querem agora o protagonismo, o que incluiria a busca de mais postos nas eleições para o executivo.

De acordo com o jornal A Gazeta, Vital é mais uma especialista a acreditar que Jair Bolsonaro (PSC/RJ) poderia ser um nome de consenso dos evangélicos para a corrida presidencial no próximo ano.

Olhando em retrospectiva, ela lembra que 2014 foi a primeira vez que surgiu uma candidatura confessional evangélica para a Presidência, com o pastor Everaldo (PSC).  “Era um momento especial, onde eles deixavam de ser massa de manobra, pedintes, para serem negociadores”, sublinha.

Embora tenha conseguido menos de 1% dos votos válidos, Everaldo era apontado nas primeiras pesquisas como um fator de desequilíbrio, que poderia influenciar o segundo turno.

“No começo da disputa o pastor estava em empate técnico com o Eduardo Campos (PSB). Eduardo com 7% e ele com 4%, a margem de erro estava em um lugar que apontava para a possibilidade de 2º turno. E com ele se apresentado ao grande público mobilizaria a massa evangélica e os números cresceriam”, lembra Vital.

Contudo, entende a pesquisadora, a morte do Eduardo Campos e o ressurgimento de Marina Silva (Rede) acabou dividindo o voto evangélico. Como resultado, nenhum dos dois teve forças para chegar ao segundo turno.

A mudança para 2018 deve ser, principalmente, a nova configuração em torno do financiamento de campanha. Segundo cientistas políticos, ela será mais favorável às pessoas “que têm recursos próprios para investir em suas campanhas e aquelas personalidades muito conhecidas do grande público, lideranças de massa, midiáticos”.

Se for assim, os evangélicos sairiam na frente, por que várias lideranças religiosas têm grande presença na mídia. “Em 2018 pode haver uma grande possibilidade de uma nova mobilização em torno de uma candidatura evangélica”, aposta a pesquisadora.

STE já pensa em barrar igrejas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está analisando uma cláusula para impedir o uso do poder econômico e a influência das igrejas no período eleitoral, afirmou o presidente da Corte eleitoral, Gilmar Mendes.

“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne 100 mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para cassar isso”, alegou o ministro.

Segundo o ministro, existe o uso da religião para direcionar as eleições, contando ainda com os recursos das igrejas, sejam eles material ou mesmo o uso dos templos.

Gilmar Mendes comentou que existe uma tendência para abuso de poder econômico de “difícil verificação”, sendo necessário a intervenção do TSE.

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