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quarta-feira, 8 julho, 2020

“É hora do Sal mostrar o seu valor”

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No dia 15 de setembro do ano em curso, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 12.328, que institui a data de 30 de novembro o “Dia do Evangélico”. Sobre esse dia, algumas reflexões devem ser feitas acerca do nosso papel como cristãos na sociedade atual.

Tomando como ponto de partida acontecimentos recentes, tal como a eleição presidencial na qual os evangélicos tiveram um peso monumental, poderíamos dizer que conseguimos chegar muito alto, conseguimos nos tornar um povo com vez e voz no Brasil. Afinal, nossa bandeira a favor da liberdade religiosa, contra o aborto, a favor da família como instituição divina e dos direitos democráticos instituídos na Constituição, foi discutida nos âmbitos internos das campanhas presidenciais e de forma ampla na mídia em todo o País. Por fim, vimos e ouvimos os presidenciáveis comprometerem-se com as bandeiras erguidas pelo “Povo de Deus”.

Porém, a Bíblia, nossa regra de fé e prática, nos faz saber que ser cristão evangélico significa muito mais do que ser um ativista político/religioso. É claro que há o momento de clamar em meio à sociedade, a exemplo da Palavra do Senhor por intermédio do profeta Ezequiel:”Assim diz o Senhor Deus: Basta, ó príncipes de Israel; afastai a violência e a opressão e praticai juízo e justiça: tirai as vossas desapropriações do meu povo, diz o Senhor Deus” (Ez 45.9). Porém, como Igreja Neotestamentária instituída por Jesus Cristo, nosso Salvador, nossa missão maior é “SER” Luz do Mundo e “SER” Sal da Terra.

João, o Batista, precursor do Senhor Jesus, antes de dizer a Herodes: “Não te é lícito…”, ele proclamou aos seus ouvintes: “Eu SOU”. É claro que é mais fácil exigir que a sociedade seja e haja de acordo com os parâmetros bíblicos do que nos esforçarmos para SER o sal que impede que o alimento estrague, do ter a essência do sal que com equilíbrio traz o sabor à alimentação saudável. É mais fácil exigir transparência dos outros do que colocarmos a nossa luz no velador.

Se como sal, não tivermos a qualidade preconizada por Jesus em nossas ações e relacionamentos cotidianos ensejando que os homens vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai que está no céu, de nada valerão as nossas bandeiras levantadas, os nossos gritos de protestos, não haverá honra em sermos chamados para ser ouvidos pelos aspirante ao poder temporal. Jesus disse que o sal que não cumpre sua função “[…] Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens” (Mt 5.13). Esse triste quadro pode hoje ser visto em países onde aconteceram os grandes avivamentos da história. Neles, o sal está sendo pisado pelos homens porque tiraram Deus do centro e se estabeleceram no lugar do divino.

Urge que busquemos sem trégua que o ethos, que a ética do Reino de Deus seja uma realidade em nosso viver cotidiano, de tal modo que aqueles por quem passamos na vida possam ver Cristo em nós, não por sermos diferentes ou melhores do que nossos pares, mas porque, como o Apóstolo Paulo, podemos chamar para nós a responsabilidade de dizer: Eu sou um imitador de Cristo e, ainda, “eu trago no meu corpo as marcas de Cristo”.
Portanto, a verdadeira comemoração do “Dia do Evangélico”, antes de mais nada, passa por uma profunda reflexão, por uma análise introspectiva séria do “Povo de Deus” sobre a qualidade do cristianismo que estamos mostrando ao Brasil e ao mundo. Está Cristo sendo glorificado por nós nas escolas que freqüentamos, nos espaços onde trabalhamos, nos relacionamentos familiares e afetivos que vivemos? As pessoas podem acreditar na palavra que falamos, nas promessas e nos negócios que fazemos? Será que as pessoas ao observar a nossa vida aceitem o sacrifício vicário de Cristo para salvar todo aquele que se encontra perdido?

Evangelho significa “Boas Novas”, e o dicionário Houaiss diz que ser evangélico é apresentar-se em “conformidade com os princípios do Evangelho”. Assim, a grande comemoração é que o Brasil veja em cada um de nós evangélicos, homens e mulheres que vivem na terra, mas em conformidade com o Reino dos Céus.

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