E agora, José?

A Igreja Evangélica orou, anos a fio, pedindo um governo temente e voltado para o temor do Senhor. Deus ouviu. E agora?

E agora José? Agora temos que cuidar de duas coisas. Primeiro, por mais que cobremos, ou que a imprensa divulgue, não somos tão inocentes nem cegos para ver que as pessoas que estão à frente deste novo governo não são deuses da ética e da probidade administrativa. Elas também erram e carecem da graça de Deus. Não podemos cobrar delas aquilo que não somos. A não ser que sejamos hipócritas (vendo o cisco no olho, e não a trave em nosso próprio). Ser hipócrita é função da imprensa (acusa como se fosse totalmente honesta), por isso cabe a nós orar com fervor para que o novo comando do país seja menos desonesto.

Segundo, orar para que Deus aja e abençoe nossa nação, a despeito ou desconsiderando os defeitos de quem está chefiando-a. No reinado de Acabe, Deus ouve o clamor do povo e manda chuva. Se o Senhor atendeu à oração do rei, mesmo tendo ele sido um dos piores reis de Judá, queimando os próprios filhos a outros deuses, por que não nos atenderia?

E agora José?

Nossa responsabilidade é grande. O Altíssimo ouviu nosso clamor, cabe à Igreja continuar na brecha, para que a mão divina continue derramando Sua bênção. Ore, Igreja!


José Ernesto Conti
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