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sábado, 2 julho 2022

Os Doutores do Reino e o remédio da alegria

Foto: Facebook

Há sete anos, um grupo de palhaços denominado Doutores do Reino leva diversão a hospital e asilo de Campo Grande (MS)

Pandora, Batata, Gigica, Katrina e Gondinha. São os nomes de alguns dos doutores da palhaçada. Eles integram o grupo “Doutores do Reino”, da Igreja Batista Coronel Antonino, de Campo Grande (MS). A missão deles é levar o remédio da alegria a pacientes de um hospital da cidade.

Os palhaços doutores da alegria visitam principalmente crianças. O sorriso dos pacientes é a grande recompensa que recebem. “A gente vem para doar, mas acaba levando algo muito maior. Por vezes, os pais de alguma criança vêm nos agradecer chorando. A gente sai revigorado”, comenta o palhaço Batata, um dos voluntários do programa.

Doutores do Reino no Asilo
Foto: Facebook

Implantado em 2012, o Doutores do Reino foi criado para fazer ações voluntárias em hospitais, especialmente junto às crianças, mas o trabalho também é realizado em um asilo da capital.

O grupo passa o dia com os idosos. Lá os integrantes vivem outros personagens. Eles se transformam na família Bom Tempo.

O Doutores do Reino tem quase 50 integrantes. Todos capacitados para fazer rir quem está sofrendo ou se sente sozinho. No grupo estão pessoas de diferentes áreas profissionais. Há médicos, artesãos, advogados, funcionários públicos, estudantes, vendedores, matemáticos e outros.

O palhaço Batata, por exemplo, é Cláudio Carneiro, supervisor de cobranças e fotógrafo. Ele dedica pelo menos 10 horas no mês às ações no hospital e no asilo. “A gente passa por um curso de preparação em palhaçaria. É preciso aprender a abordar as crianças e os idosos”, declarou.

Já Gigica é a advogada Giovana Vieira. Ela ficou sabendo do grupo após um anúncio feito na igreja e decidiu fazer o curso de palhaçaria. Assim, Gigica nasceu há cerca de três anos fazendo da própria Giovana uma pessoa melhor, segundo ela mesma relata.

“Quando estou diante das crianças eu procuro ter a idade que elas têm. O trabalho no grupo fez de mim uma pessoa mais agradecida. Já vi muitas crianças doentes, em situação difícil, e agradecendo a Deus por mais um dia de vida. Aí eu enxerguei que a gente reclama por muito pouco”, relatou.

Foto: Facebook
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