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segunda-feira, 21 junho 2021

‘Divórcio’: tema desperta cuidado e atenção durante a pandemia

Cartórios registram aumento de 18,7% nos divórcios durante a pandemia. Saiba mais!

O número de divórcios consensuais realizados pelos cartórios de notas do país, durante a quarentena decretada pela pandemia do novo coronavírus, entre os meses de maio e junho deste ano, aumentou 18,7%. O aumento coincide com a autorização nacional para que divórcios, inventários, partilhas, compra e venda, doação e procurações possam ser feitos de forma remota, por videoconferência por meio da plataforma e-Notariado.

Em números absolutos, os divórcios consensuais passaram de 4.471 em maio para 5.306 em junho de 2020. Houve crescimento em 24 estados brasileiros, especialmente no Amazonas (133%), Piauí (122%), Pernambuco (80%), Maranhão (79%), Acre (71%) Rio de Janeiro (55%) e Bahia (50%). Segundo o levantamento, apenas três unidades federativas não viram crescimento neste período: Amapá, Mato Grosso e Rondônia.

Na comparação com o mês de junho de 2019, também houve uma leve alta em nível nacional, 1,9%. Ao todo, 15 unidades da Federação registraram crescimento: Amazonas (30%), Distrito Federal (8,5%), Espírito Santo (18,4%), Goiás (33,8%), Minas Gerais (13,5%), Mato Grosso do Sul (36,1%), Mato Grosso (14,9%), Paraná (21,8%), Rondônia (31,2%), Roraima (100%), Rio Grande do Sul (7,8%), Santa Catarina (28,3%), Sergipe (40,9%), Tocantins (5,3%) e São Paulo (1,9%).

Aconselhamento

Que lugar Deus ocupa no seu casamento, sua família e na sua vida? Muitas pessoas querem ser feliz no casamento, na família excluindo o Senhor, como aquele que deve estar governando a casa.

“É mentira se alguém disse pra você que o divórcio é a porta de saída para um casamento infeliz. Um casamento infeliz é um casamento doente e um casamento doente pode ser curado pelo poder da palavra, pode ser curado quando o casal tem um encontro pessoal com Jesus. Quando o casal começa a viver segundo os valores do evangelho, o divórcio pode até ser uma porta de emergência, mas nunca uma porta de saída normal”, explicou o pastor Josué Gonçalves do Portal Amo Família.

O pastor Cláudio Duarte, da Igreja Batista Monte Horebe, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, só aconselha o divórcio no caso de risco de morte, quando há uma ameaça do cônjuge.

“Mas é claro que se há uma repetição de comportamento de adultério, a pessoa não quer mudar, tem problema de caráter, já é um pouco diferente. O indivíduo não precisa ficar tolerando uma pessoa infiel. No caso de acontecer um deslize e a pessoa for infiel em uma ocasião, você pode perdoar e levar o relacionamento adiante. Agora, a pessoa não pode ficar o tempo todo se submetendo, porque antes de amar seu próximo, deve amar a si mesmo e amar a Deus sobre todas as coisas”, disse.

*Da Redação, com informações da Agência Brasil. 

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