Dinheiro: Benção ou Maldição

Outro dia, conversando numa roda de evangélicos, surgiu a dúvida se poderíamos medir nossa unção e compromisso com Deus através das bênçãos materiais recebidas.

* Por José Ernesto Conti

O assunto, obviamente, virou polêmica. Havia o grupo dos “reformados”, com seus argumentos bíblicos, e o dos “pentecostais”, com sua experiência pessoal.

Não precisa dizer que usar a Bíblia para defender qualquer dos lados é perda de tempo. Temos inúmeros exemplos nas Escrituras de homens que foram fiéis ao Senhor e receberam no presente bênçãos sem medida. Também há, no mesmo Livro, incontáveis histórias de servos fiéis que perderam tudo e tiveram que ouvir do Pai: “A minha graça te basta!”.

Na verdade, Jesus já alertou que, em relação ao tesouro, devemos ajuntá-lo onde a traça e a ferrugem não o corroem. O grande risco da riqueza no tempo presente é não sermos bons mordomos e, pelo que vemos, 99% dos cristãos não o são. A primeira coisa que acontece com alguém com altos recursos financeiros é se esquecer de Deus. Estão aí a rica Europa ou os EUA para comprovar essa afirmação. Então, o que é melhor? É, mesmo merecendo ser abençoado no presente, não receber algo que possa nos destruir espiritualmente. É acreditar naquilo que a Palavra diz: “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”.

Acabou a discussão!


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