Milhares de detentos evangelizados no Brasil

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Um projeto da igreja Universal do Reino de Deus leva palavras de fé e ajuda na recuperação de detentos. E os que já foram recuperados ajudam presidiários a deixar a vida do crime. Até agora 11 mil já foram ressocializados

O programa social da Igreja Universal do Reino de Deus, o “Universal nos Presídios”, ajudou a ressocializar mais de 11 mil detentos no Brasil, em 2018. Este número, representa um crescimento de 120% do total alcançado em 2017, de acordo com o levantamento divulgado no ano passado.

Depois de ressocializados, a maioria dos egressos do sistema prisional se tornam voluntários do programa social. Hoje, eles representam cerca de 40 % dos 30 mil membros que a UNP tem em todo Brasil.

“A partir do momento que eu me permiti aprender, ouvir e colocar em prática o que me era ensinado pelos voluntários, comecei a mudar. O programa social me trouxe esperança, me deu razões para acreditar que era possível ser feliz e viver uma vida longe da criminalidade”, disse a ex-detenta Claudete Brito, que é voluntária do UNP de São Luís do Maranhão.

Segundo a responsável do UNP feminino do estado, Volane Roque, uma das agentes ficou muito emocionada ao rever Claudete pela primeira vez na Unidade Prisional de Ressocialização Feminina de São Luís, onde ficou presa por quase três anos. “Os funcionários do local sabem o quanto é difícil o processo de ressocialização. Além de oferecer oportunidades como cursos profissionalizantes, é preciso ajudar o detento a abandonar a mente de criminoso”, explicou Volane.

Sobre o projeto

O projeto de ressocialização exite há mais de 30 anos. E desenvolve trabalhos em 1.359 unidade. Em 2018, mais de 500 mil detentos foram beneficiados. Além dos detentos, os familiares deles, agentes penitenciários e funcionários também foram alcançados pela UNP.

O programa oferece cursos profissionalizantes, atendimento médico, odontológico e jurídico, café da manhã na porta das unidades para os familiares que visitam os presos, cestas básicas, livros e informativos, sempre com o objetivo de ressocializar os detentos e prestar apoio aos familiares.

Voluntários estendem a mão para detentos e os resultados acontecem.

“Esse projeto é fazer eles acreditarem que tem saída pra eles. Só não tem solução para quem morreu. Se está vivo tem uma saída e eles trabalho investe nisso. Mesmo tendo passado por situações complicadas e enfrentando dificuldades, esses detentos podem começar uma vida nova. Nós temos a certeza que Deus vai mudar a vida deles”, afirmou o bispo Jadson Santos, que trabalha no projeto no Rio de Janeiro.

*Com informações de Unicom


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