O último discurso de Magno Malta no Senado

Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

Senador fez um discurso de despedida no plenário e afirmou: “faria tudo de novo”. Ele também elogiou Bolsonaro e defendeu agenda conservadora.

Brasília – Após 19 anos no Congresso Nacional, o senador Magno Malta (PR-ES) se despediu, na tarde desta quarta-feira (12), de seu mandato. Ele perdeu a corrida à reeleição no Espírito Santo neste ano. Ele é senador desde 2003. Antes disso, em 1999, foi eleito deputado federal pelo estado.

No discurso, ele fez um elogio a Bolsonaro. “Continuo confiando em Bolsonaro. Vejo ele como um homem de caráter, um homem de bem”. E acrescentou: “Faria tudo de novo”, declarou.

Malta chegou a ser cotado para ministro de Bolsonaro, para quem fez campanha. Porém, sofreu rejeição de auxiliares do presidente eleito. Na semana passada, sua assessora parlamentar, Damares Alves, foi anunciada ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Trajetória

Durante o discurso, o senador também fez um balanço de suas ações em seus mandatos.  Lembrou da CPI do Narcotráfico, que coordenou em meados dos anos 2000, e a CPI da Pedofilia, que durou até este ano.

Posicionou-se contra a criminalização da homofobia e a legalização das drogas, duas bandeiras de seu mandato. Clamou pela investigação das circunstâncias da facada que Bolsonaro levou em Juiz de Fora (MG) durante a campanha.

Ele disse ainda que os “esquerdopatas” jamais vão voltar ao poder, e que a eleição de Jair Bolsonaro foi proporcionada pelos pais de família, que militaram pelos valores tradicionais no Brasil. Após seu discurso, colegas senadores, como Ana Amélia (PP-RS) e José Medeiros (PODE-MT), prestaram solidariedade e elogiaram Magno Malta.

Veja o discurso


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