24.1 C
Vitória
sábado, 15 maio 2021

Culto interrompido por aglomeração no interior de SP

O culto tinha participação do deputado federal e pastor Marco Feliciano. Segundo a prefeitura, Igreja no interior de São Paulo estava com lotação superior aos 25% permitidos por lei

Em Morro Agudo (SP), culto da igreja Assembleia de Deus Leão de Israel foi interrompido por uma força-tarefa da Vigilância Sanitária. O culto, que aconteceu na noite da última sexta-feira, 30, tinha participação do deputado e pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP).

Segundo a Prefeitura, a igreja desrespeitou às regras de distanciamento social, pois tinha lotação superior aos 25% permitidos pelo Plano São Paulo de combate à covid-19. Os fiscais determinaram aos responsáveis que o culto fosse encerrado.

A pregação de Marco Feliciano havia sido anunciada nas redes sociais. O próprio deputado gravou vídeo divulgado uma semana antes na página da igreja no Facebook convidando as pessoas para o evento. “Venha você e sua família, faça uma caravana”, pediu. O deputado Marco Feliciano não havia se manifestou sobre o caso.

Excesso de público

A força-tarefa, integrada também por Guarda Civil, Polícia Militar e representantes do Ministério Público e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), constatou aglomeração na entrada da igreja e público superior ao permitido no interior do salão de cultos.

Conforme a fase de transição do Plano São Paulo, estendida até o dia 9, celebrações coletivas em igrejas, templos e espaços religiosos estão liberadas, desde que seguidos todos os protocolos de higiene e distanciamento social, com ocupação máxima de 25%.

A advogada da igreja, responsável pelo evento recebeu um auto de infração lavrado pela fiscalização e o culto foi encerrado. O pastor Felippe Santos, admitiu que havia excesso de público, mas afirmou que o culto não foi encerrado antes da hora.

“O pastor Marco Feliciano é muito conhecido, por isso veio muita gente. Os cultos normais não lotam assim. O povo tem muita admiração por ele e queria vê-lo. As pessoas entraram na igreja e não teve como contê-las, mas todos usavam máscaras e havia álcool gel. Muitas famílias estavam na frente da igreja quando a fiscalização chegou”, disse Santos.

- Publicidade -

Matérias relacionadas

Comunhão Digital

- Publicidade -

Fique Por Dentro

- Publicidade -

Plugue-se