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sábado, 22 junho 2024

Crianças Trans existem?

Creio que não há mais limites para tudo que intentarem fazer. A ordem social é destruir tudo que se refere a família

Por Rev. José Ernesto Conti

Crianças Trans existem? Por mais polêmico e antagônico que seja o tema, ele merece nossa atenção. Desde que o assunto LGBT tornou-se pauta constante em nossas vidas, incentivadas pelas mídias progressistas de uma sociedade cada dia mais hedonista, falar sobre esses desvios comportamentais tem se mostrado relevante para todos nós, principalmente para aqueles que abraçam um padrão comportamental emanado das escrituras sagradas.

Qual é a relevância desse assunto? Semelhante às diversas mudanças sociais (lembram do movimento hippie ou dos movimentos feministas na década de 70?), a questão da homossexualidade tem conseguido, por vários motivos, revolucionar os costumes, desde o momento em que, por um lado, os homossexuais se declararam “vítimas” da sociedade e, de outro lado, eles se sentiram com coragem e confiantes para enfrentar a mudança de paradigma estrutural de que homem é homem e mulher é mulher.

O problema é que, diferentemente da maioria das mudanças sociais, que foram acontecendo a uma velocidade em que a sociedade podia absorver de forma mais equilibrada, a mudança LGBT foi enfiada goela abaixo. E qualquer voz contrária logo se tornava homofobia, preconceito ou até crime sujeito a prisão. A mídia progressista é responsável por ampliar os efeitos da violência contra os homossexuais, quando sabemos que não é nem maior nem menor que a violência contra negros, mulheres, portadores de deficiência ou mesmo contra alguns grupos evangélicos, cansados de ser estigmatizados pejorativamente nas TVs.

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Essa mesma mídia tem se encarregado de glamourizar o “ser homossexual”, como se fossem o novo “herói” da sociedade. Como se só pelo fato de uma pessoa ser homossexual fizesse dela mais encantadora, sedutora, inteligente, virtuosa, adquirindo direitos acima de qualquer cidadão hétero ou privilégios em uma sociedade carente de bons exemplos. Bastava ser gay, para se tornar uma celebridade.

Hoje, estamos vendo as consequências dessa idolatria social em nossas crianças. Ser gay é sinônimo de ser aceito e querido por todos. Em uma sociedade rasa de valores, onde uma pessoa é valorizada não pelos seus padrões éticos e morais, ter algum privilégio encanta nossas crianças e nossos jovens. Na parada gay deste ano, tivemos novamente uma “ala” das crianças trans liderada pela presidente da ONG Minha Criança Trans, com o único objetivo de evidenciar a necessidade de a sociedade valorizar uma criança que se acha uma pessoa do sexo oposto àquele com que nasceu.

Creio que não há mais limites para tudo que intentarem fazer. A ordem social é destruir tudo que se refere a família. A humanidade levou mais de 3.000 anos para evoluir de uma sociedade bárbara para uma sociedade civilizada. Depois de ter alcançado o estado mais evoluído de uma sociedade, a ordem agora é retornar ao mundo bárbaro e caótico em uma velocidade acelerada.

Dentro de 50 anos, nossas crianças de hoje viverão em uma babilônia agonizante, sem peias e sem controle. Estamos preocupados, pois estamos assistindo, meio inertes, ao nascimento de um monstro social que vai destruir tudo que o homem construiu nos últimos 2.000 anos. Que os pais estejam atentos e que Deus tenha misericórdia.

José Ernesto Conti é pastor da Igreja Congregação Presbiteriana Água Viva e engenheiro mecânico.

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