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domingo, 24 outubro 2021

Crianças cristãs são vítimas de perseguição em várias partes do mundo

“Nem todas são dispensadas da escola formalmente, em vez disso, o assédio pode ser tão grave que elas são forçadas a deixar os estudos”, revela Portas Abertas

Por Patricia Scott

A perseguição religiosa ao redor do mundo não assola somente aos adultos, as crianças também são atingidas por esse tipo de violência. O contexto sociocultural e regional influencia a perseguição em várias partes do planeta, segundo Portas Abertas.

Na África Subsaariana ocorrem as taxas mais altas de perseguição aos pequenos, de acordo com informações da agência missionária, “Os principais tipos são violência (sexual, física, psicológica), casamento forçado e sequestro. Grupos extremistas se aproveitam da falta de proteção das comunidades para atacar os mais vulneráveis”, alerta Portas Abertas. A Covid-19 desencadeou ainda mais vulnerabilidade aos cristãos, o que faz com que grupos extremistas cometam ataques em todo o continente.

Os principais meios de perseguição, na Ásia, são as autoridades e a maioria religiosa. Portas Abertas revela que crianças cristãs têm as identidades negadas, devido ao registro automático de recém-nascidos como a maioria religiosa do país. “Os pais não têm a opção legal de registrar os filhos como cristãos”.

Na Nigéria, as crianças enfrentam vários tipos de violência – Foto: Portas Abertas

Outro dado apontado pela agência missionária é o acesso à educação. Negado aos menores de várias maneiras. “Nem todos são dispensados da escola formalmente, em vez disso, o assédio pode ser tão grave que eles são forçados a deixar os estudos”. O preconceito surge no ensino anticristão, isolando crianças que seguem o Evangelho.

Na América Latina, na Colômbia, as crianças indígenas são educadas de maneira que as tradições ancestrais sejam preservadas. Essa realidade exerce forte pressão sobre as famílias cristãs indígenas. “Elas lutam contra a situação. No entanto, muitas vezes, optam por não enviar os filhos à escola”, relata Portas Abertas. Se eles tentarem ingressar na educação em escolas públicas distantes, segundo a agência missionária, as autoridades não aceitam a admissão dos pequenos cristãos cristãos.

 

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