O crescimento do Islamismo no Brasil

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Segundo a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, já existem aproximadamente um milhão de fiéis em solo brasileiro, “mas Cristo é a única Esperança”, argumentou o pastor Paulo Roberto Sória, de São Paulo

Os registros do crescimento da religião islâmica no Brasil ainda soam como novidade para muitas pessoas, no entanto, a religião cresce de maneira firme dentro de alguns quadros sociais demográficos.

As perspectivas podem sugerir que, em algumas gerações, o islamismo notabilize uma expansão maior no futuro, alterando o panorama cultural da sociedade brasileira.

A religião vem ganhando espaço em um lugar inusitado: o interior do nordeste brasileiro. Nos últimos anos, o islamismo tem se popularizado na cidade de Itabaianinha, a 127 quilômetros de Aracaju (SE), que é conhecida como a cidade brasileira dos anões.

O mais curioso é que o responsável por isso é um ex-pastor evangélico. José Renato de Jesus Vieira, o Dedé, atuava como líder de uma igreja evangélica antes de ser apresentado ao islamismo por um amigo. No começo ficou relutante, mas ao conversar com um seguidor da religião disse que “se encontrou”.

Depois disso, passou quase dois anos estudando a fé islâmica. Depois passou a divulgar a sua nova religião aos seus antigos fiéis. Inicialmente algumas pessoas não receberam bem a pregação do Alcorão. Até mesmo a esposa de Dedé, Rosineide Alves Ferreira Vieira, ficou confusa. Mas logo, o rebanho aumentou.

Atualmente, a comunidade muçulmana na cidade é composta por 37 pessoas. Seus praticantes abandonaram o consumo de álcool e carne suína e passaram a rezar cinco vezes por dia em direção à cidade sagrada de Meca. As mulheres também aderiram ao véu para cobrir seus cabelos. Dedé conseguiu até mesmo levar o xeque moçambicano Ali Momade para atuar como autoridade religiosa da mesquita local.

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Cristo, a única esperança

O pastor Paulo Roberto Sória, da Igreja Batista no Alto da Mooca de São Paulo argumenta que o avanço do islamismo está ligado ao extremismo de grupos diversos com viés de violência no meio muçulmano. Aí está o perigo!

“Vemos o que acontece na Europa: França, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Alemanha e outros países onde há uma explosão islâmica. A violência, o terrorismo e a mudança de hábitos e costumes impostos pelos religiosos muçulmanos”, explicou.

Outra justificativa do pastor é que o maometismo é fundamentalista e intransigente por filosofia corânica. “Isso faz parte de seu DNA, então há sim, sempre, um perigo iminente de imposição de isósceles costumes religiosos”, disse.

Mas a tarefa da Igreja é pregar sobre o amor de Deus. “A igreja de Jesus Cristo tem a missão de, com amor e dedicação, mostrar a salvação através do sacrifício vicário de Cristo por que Cristo é a única Esperança. Ela não vai converter ninguém, mas vai mostrar o Caminho que é Deus. Quem converte e convence é o Espírito Santo. Cada salvo por Cristo, tem a missão de fazer discípulo, pregando o Evangelho”, finalizou.

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*Com informações da Folha de São Paulo


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