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segunda-feira, 15 abril 2024

Confederação Evangélica convoca clamor pela paz

Foto: Reprodução

O período de oração e jejum vai de dezembro a fevereiro de 2024; a proposta é que haja intercessão pelo país, as nações, famílias, a Igreja e os governantes

Por Patricia Scott 

A Confederação Evangélica Pentecostal da Venezuela (CEPV) está convocando as igrejas filiadas e a comunidade cristã a participar de um período de clamor pelo país. A mobilização espiritual ocorre em meio aos últimos acontecimentos, já que o presidente Nicolás Maduro reivindica parte do território da Guiana. Desse modo, os rumores de uma possibilidade de guerra são frequentes.

“Oremos sem cessar. Convidamos todos os servos do Senhor Jesus Cristo, na Venezuela e fora dela, a levantar um grande clamor ao Deus Todo Poderoso, e interceder pela nossa nação. Jeová em breve nos dará a vitória, e veremos a glória do Santo de Israel resplandecer sobre este país. Vamos orar juntos e unânimes povo de Deus”, divulgou a CEPV no Facebook.

A instituição estabeleceu o período de oração e jejum a partir de dezembro até fevereiro de 2024. A proposta é que haja intercessão pelo país, as nações, famílias, a Igreja e os governantes. O objetivo é buscar paz e estabilidade. Cabe salientar que cada cristão tem liberdade para optar como participará deste clamor nos dias escolhidos.

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Segundo a CEPV, a oração da comunidade cristã é importante para o bem-estar e a direção do Senhor para a nação. A expectativa é que a inciativa promova também unidade e solidariedade entre os evangélicos.

Situação delicada

O momento é de apreensão, e as autoridades internacionais têm debatido uma possível guerra na América Latina, como também estratégias de paz, caso a Venezuela invada a Guiana para anexar 70% do território. Vale destacar que o Brasil aumentou o número de militares na fronteira com os dois países vizinhos.

Na Venezuela, ocorreu o referendo quanto à anexação de Essequibo, no último domingo (3). Atualmente, o território é administrado pela Guiana. Os eleitores venezuelanos (95%) optaram pelo “sim”. É importante frisar que a região é rica em petróleo, o que gera interesse não somente político, mas, principalmente, econômico. 

O governo venezuelano deseja assumir Essequibo. Caso isso venha a se concretizar, aproximadamente 125 mil habitantes da região poderão receber a nacionalidade venezuelana. Com informações Evangélico Digital 

 

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