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quarta-feira, 25 maio 2022

Como desenvolver uma boa liderança na igreja?

Foto: Pinterest

Para especialistas, o líder precisa cultivar habilidades específicas, além de reconhecer os próprios erros e saber ouvir as pessoas

Por Patricia Scott

A gestão de pessoas é uma demanda que requer atenção especial em todas as instituições, inclusive o ambiente eclesiástico. Diante desse contexto, o papel do líder se torna fundamental para a orientação, planejamento e organização da igreja e dos ministérios de maneira eficiente, para que haja crescimento e desenvolvimento.

Na opinião de Jamille Barbosa, professora do curso de administração na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), um bom líder é aquele que cumpre não só a função de gestor, mas é capaz de influenciar e alavancar o desenvolvimento dos indivíduos. “A gestão cuida do planejamento, do controle e até do direcionamento, mas não no sentido de influenciar as pessoas”, explica e continua: “O gestor, quando é líder, consegue fazer tudo isso e também impactar na motivação dos liderados”, define a professora”.

Já Miriam Rodrigues, professora de administração e gestão de pessoas na UPM, compartilha do mesmo conceito, mas complementa: “O bom líder tem o poder de inspirar, corrigir, prevenir erros, impactar e treinar pessoas fortes”.

Miriam pontua ainda que uma das características fundamentais de uma boa liderança é o gestor ter autoconhecimento e saber seus pontos fortes e de desenvolvimento. “O líder precisa se comunicar bem, seja de maneira verbal ou escrita. Outros elementos importantes são empatia e capacidade de resiliência, pois, muitas vezes, o trabalho em equipe é desafiador, envolve pressão e a necessidade de atingirmos metas”.

Quanto aos erros a serem evitados na gestão, as especialistas acreditam que o líder deve compreender que está sujeito à falha. Por isso, as professoras orientam rever as ideias, ouvir as pessoas e ter sempre confiança. Dessa maneira, é possível evitar erros, segundo elas, muitas vezes, relacionados à liderança, como comportamentos arrogantes e sem empatia. “O líder não precisa ter excesso de preocupação com os erros, mas sempre apontar quais aspectos podem ser melhorados”.

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