Combate ao Aedes aegypti continua em todo o Estado

Com a mudança do clima e o ressurgimento de gripe H1N1 as pessoas começam a reduzir os cuidados com o mosquito Aedes aegypti e suas doenças. Por essa razão, a reunião semanal do Gabinete de Monitoramento de Combate ao Aedes aegypti se reuniu no último dia 6 com representantes das secretarias municipais e Superintendências Regionais de Saúde para reforçar que o trabalho para eliminação efetiva do mosquito precisa ser contínuo e permanente.
Na avaliação dos participantes do Gabinete, o trabalho de toda a equipe da saúde em parceria com os municípios têm contribuído para a mudança dos números da dengue e zika. Apesar do otimismo das regionais de saúde em relação a esse cenário, a gerente de Vigilância em Saúde da Sesa, Gilsa Rodrigues, ressaltou que o combate ao mosquito é um trabalho que não pode cessar.

Segundo ela, independentemente dos números estarem ou não apresentando uma curva descendente, é fundamental que todos estejam concentrados no combate aos focos do vetor. “Esse é um desafio gigante. Posso dizer que nós da saúde já estamos habituados a esses desafios. Portanto, temos a disciplina necessária para nunca desanimarmos”, avalia.
Com isso, o secretário de Estado da Saúde, Ricardo de Oliveira, considerou importante manter a reunião de monitoramento semanalmente. Isso porque, segundo ele, permite uma avaliação mais criteriosa das ações que estão sendo desenvolvidas e ajuda a planejar melhor o que deve ser feito na semana seguinte.
Entre as ações que estão sendo implementadas pelas regionais de saúde estão as reuniões de monitoramento internas; reunião com os secretários e técnicos que receberam homens do Exército e da Marinha no Sul, para apresentação dos dados epidemiológicos e determinação das ações da semana; seminário sobre dengue; distribuição de material educativo; assessoria técnica presencial, ou via e-mail e telefone para os municípios, entre outras.