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quinta-feira, 11 agosto 2022

China – Líderes pedem o fim da violência contra cristãos

Na província de Henan, dois terços das igrejas foram fechadas. Foto: Portas Abertas

Quase 300 líderes de igrejas na China pedem que ações contra cristãos sejam interrompidas.

O regime comunista da China vem se intensificando a repressão contra as congregações cristãs em Pequim e várias províncias. Algumas igrejas foram fechadas, outras demolidas. Além disso, o governo queimou Bíblias, prendeu pastores e ordenou que fiéis assinem documentos renunciando à sua fé.

A China tem cerca de 38 milhões de evangélicos. Mas especialistas garantem que o número passa de 100 milhões, o que faria o país ter a maior população cristã do mundo. No entanto, os chineses vem sofrendo com a perseguição.

Na tentativa de interromper a violência contra os cristãos, líderes de 300 igrejas do país resolveram enviar uma carta aberta ao governo chinês. Segundo a agência de direitos humanos St. Charles Institute, o documento, assinado pelos líderes, pede ao governo que interrompa as ações contra os cristãos.

Apenas na província de Henan, dois terços das igrejas foram fechadas e mais de 7 mil artigos religiosos foram destruídos após pressão das autoridades. Desde que as regulações religiosas revisadas entraram em vigor em 1º de fevereiro, a pressão sobre as igrejas chinesas tem aumentado. E resultou em “atos violentos sem precedentes”.

“Isso inclui a destruição de itens religiosos, demolição de igrejas, remoção violenta de expressões de fé da casas de cristãos, ameaças às igrejas para aderirem a organizações religiosas controladas pelo governo, pressão para que as igrejas hasteiem a bandeira nacional ou cantem músicas que louvem o estado e partidos políticos, proibição de que filhos de cristãos entrem nas igrejas e recebam educação religiosa, e privação de igrejas e cristãos do direito de se reunir livremente”, diz a carta aberta, publicada em 30 de agosto.

Os pastores afirmam que essas ações não são apenas injustas e um abuso do poder governamental, mas também infringem a liberdade de religião e consciência e viola a lei universal dos direitos humanos. Eles acrescentaram que a igreja obedecerá e respeitará as autoridades desde que o governo não ultrapasse os limites do poder secular.

*Com informações de Portas Abertas


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